Confissão

Padre Paulo Ricardo - Como Fazer uma boa confissão
Duração - 54min

SUGESTÃO DE LOCAL PARA CONFISSÃO EM CURITIBA

01 - Santuário Nossa Senhora do Perpétuo Socorro
       Endereço - Praça Portugal, Alto da Glória (em frente ao Estádio Couto Pereira)
       Durante a semana - 30min antes de cada missa
       Quarta-feira - das 6h às 22h
       Confissão atendida em sala fechada

02 - Igreja Nossa Senhora das Mercês
       Endereço - Av. Manoel Ribas, 966, Mercês
       Segunda, Quarta e Sexta - das 9h às 11h e das 14h às 17h
       Quinta - nos horários das celebrações de entreajuda
       Confissão atendida em sala fechada

03 - Santuário Nossa Senhora de Guadalupe
       Endereço - Praça Senador Correia 128, Centro (em frente ao Terminal de Ônibus do Guadalupe)
       Segunda a Sexta - das 9h às 11:30h
       Confissão atendida em confessionário

04 - Igreja Bom Jesus dos Perdões
       Endereço - Praça Rui Barbosa, 149, Centro
       Segunda e Quinta - das 14:30h às 16:30h
       Terça, Quarta e Sexta - das 9:00h às 11:00h e das 14:30h às 16:30h
       Sábado - das 9:00h às 11:00h e das 15:00h às 17:00h
       Domingo - 30min antes de cada missa
       Confissão atendida em sala fechada

05 - Catedral Nossa Senhora da Luz dos Pinhais
       Endereço - Praça Tiradentes, Centro
       Segunda a Sexta - das 10:30 às 12:00 (no confessionário)
       Segunda a Sexta - das 14:30 às 16:30 (em sala fechada)

Oração para antes da Confissão:



Senhor, iluminai-me para me ver a mim próprio tal como Vós me vedes, e dai-me a graça de me arrepender verdadeira e efetivamente dos meus pecados. O Virgem Santíssima, ajudai-me a fazer uma boa confissão.

Como se Confessar:



Antes de mais, examine bem a sua consciência. Em seguida, diga ao sacerdote que pecados específicos cometeu, e, com a maior exatidão possível, quantas vezes os cometeu desde a sua última boa confissão. Só é obrigado a confessar os pecados mortais, visto que pode obter o perdão dos seus pecados veniais através de sacrifícios e atos de caridade. Se estiver em dúvida sobre se um pecado é mortal ou venial, mencione ao confessor a sua dúvida. Recorde-se, também, que a confissão dos pecados veniais ajuda muito a evitar o pecado e a avançar na direção do Céu.

Condições necessárias para um pecado ser mortal:

1. Matéria grave
2. Reflexão suficiente
3. Pleno consentimento da vontade

Considerações preliminares:

1. Alguma vez deixei de confessar um pecado grave, ou conscientemente disfarcei ou escondi um tal pecado?

Nota: Esconder deliberadamente um pecado mortal invalida a confissão, e é igualmente pecado mortal. Lembre-se que a confissão é privada e sujeita ao Sigilo Sacramental, o que quer dizer que é pecado mortal um sacerdote revelar a quem quer que seja a matéria de uma confissão, e, se qualquer sacerdote fizer isto, este delito é punido pela Igreja com a excomunhão daquele sacerdote.

2. Alguma vez fui irreverente para com este Sacramento, não examinando a minha consciência com o devido cuidado?

3. Alguma vez deixei de cumprir a penitência que o sacerdote me impôs?

4. Tenho quaisquer hábitos de pecado grave que deva confessar logo no início (por exemplo, impureza, alcoolismo, etc.)?

5. Descuidei-me no cumprimento das obras de misericórdia, espirituais e corporais, quando as circunstâncias me pediam?

a. Corrigir os que erram.
b. Ensinar os ignorantes.
c. Dar bom conselho.
d. Consolar os tristes.
e. Sofrer com paciência as fraquezas do próximo.
f. Perdoar as injúrias por amor de Deus
g. Rogar a Deus pelos vivos e pelos defuntos.

a. Dar de comer a quem tem fome.
b. Dar de beber a quem tem sede.
c. Vestir os nus.
d. Visitar e resgatar os cativos.
e. Dar pousada aos peregrinos.
f. Visitar os doentes.
g. Enterrar os mortos.

6. Combati os sete pecados capitais com as virtudes opostas?

a. Soberba x Humildade
b. Avareza x Liberalidade
c. Luxúria x Castidade
d. Ira x Paciência
e. Gula x Temperança
f. Inveja x Caridade
g. Assídia (preguiça) x Diligência

7. Fui cúmplice do pecado de outrem tendo as seguintes atitudes?

a. Alguma vez fiz deliberadamente com que outros pecassem?
b. Alguma vez cooperei nos pecados de outrem:

1. Aconselhando?
2. Mandando?
3. Consentindo?
4. Provocando?
5. Lisonjeando?
6. Ocultando?
7. Compartilhando?
8. Silenciando?
9. Defendendo o mal feito?

8. Observei os cinco Mandamentos da Igreja?

1. Participei da Missa inteira nos Domingos e Dias Santos de guarda?
2. Cumpri o jejum e a abstinência nos dias prescritos, e guardei o jejum eucarístico?
3. Confessei-me pelo menos uma vez no ano?
4. Recebi a Sagrada Eucaristia pelo menos uma vez por ano na estação da Páscoa da Ressurreição.
5. Contribui, tanto como devo, para a apoio da Igreja (pago o dizimo)?

E também: Observei as leis da Igreja sobre o matrimônio, ou seja, quanto ao matrimônio sem a presença de um sacerdote, ou no caso de matrimônio com um parente próximo ou um não-católico?

9. Cometi uma das cinco blasfêmias contra o Imaculado Coração de Maria?

1. Blasfemei contra a Imaculada Conceição?
2. Blasfemei contra a Virgindade Perpétua de Nossa Senhora?
3. Blasfemei contra a Maternidade Divina de Nossa Senhora?
4. Deixei de reconhecer a Nossa Senhora como Mãe de todos os homens?
5. Tentei publicamente semear nos corações das crianças indiferença ou desprezo, ou mesmo ódio, em relação à sua Mãe Imaculada?
6. Ultrajei-A diretamente nas Suas santas imagens?

Finalmente: Recebi a Sagrada Comunhão em estado de pecado mortal? (Este é um sacrilégio muito grave.)



O exame dos pecados veniais de Santo Antonio Maria Claret



A alma deve evitar todos os pecados veniais, especialmente os que abrem caminho ao pecado grave. Ó minha alma, não basta desejar firmemente antes sofrer a morte do que cometer um pecado grave. É necessário ter resolução semelhante em relação ao pecado venial. Quem não encontrar em si esta vontade, não pode sentir-se seguro. Não há nada que nos possa dar uma tal certeza de salvação eterna do que uma preocupação constante em evitar o pecado venial, por insignificante que seja, e um zelo decidido e geral, que alcance todas as práticas da vida espiritual – zelo na oração e nas relações com Deus; zelo na mortificação e na negação dos apetites; zelo em obedecer e em renunciar à vontade própria; zelo no amor de Deus e do próximo.

Para alcançar este zelo e conservá-lo, devemos querer firmemente evitar sempre os pecados veniais, especialmente os seguintes:

1. O pecado de dar entrada no coração a qualquer suspeita não razoável ou opinião injusta a respeito do próximo.
2. O pecado de iniciar uma conversa sobre os defeitos de outrem, ou de faltar à caridade de qualquer outra maneira, mesmo levemente.
3. O pecado de omitir, por preguiça, as nossas praticas espirituais, ou de as cumprir com negligência voluntária.
4. O pecado de manter um afeto desregrado por alguém.
5. O pecado de ter demasiada estima por si próprio, ou de mostrar satisfação vã por coisas que nos dizem respeito.
6. O pecado de receber os Santos Sacramentos de forma descuidada, com distrações e outras irreverências, e sem preparação séria.
7. Impaciência. Ressentimento, recusa em aceitar desapontamentos como vindos da Mão de Deus; porque isto coloca obstáculos no caminho dos decretos e disposições da Divina Providência quanto a nós.
8. O pecado de nos proporcionarmos uma ocasião que possa, mesmo remotamente, manchar uma condição imaculada da santa pureza.
9. O pecado de esconder propositadamente as nossas más inclinações, fraquezas e mortificações auto-impostas de quem devia saber delas, querendo seguir o caminho da virtude de acordo com os caprichos individuais e não segundo a direção da obediência. (Note: Fala-se aqui de situações em que encontraremos aconselhamento digno se o procurarmos, mas nós, apesar disso, preferimos seguir as nossas próprias luzes, embora frouxas.)

Oração para uma boa confissão:

Meu Deus, por causa dos meus pecados graves crucifiquei de novo o Vosso Divino Filho e escarneci Dele. Por isto sou merecedor da Vossa cólera e expus-me ao fogo do Inferno. E quanto fui ingrato para convosco, meu Pai do Céu, que me criastes do nada, me redimistes pelo preciosíssimo sangue do Vosso Filho e me santificastes pelos Vossos santos Sacramentos e pelo Espírito Santo! Mas Vós poupastes-me, pela Vossa misericórdia, para que eu pudesse fazer esta confissão. Recebei-me, pois, como Vosso filho pródigo e dai-me a graça de uma boa confissão, para que possa recomeçar a amar-Vos de todo o meu coração e de toda a minha alma, e para que possa, a partir de agora, cumprir os Vossos Mandamentos e sofrer com paciência os castigos temporais que possam cair sobre mim. Espero, pela Vossa bondade e poder, obter a vida eterna no Paraíso. Por Jesus Cristo, Nosso Senhor. Amém.

Nota final: Lembre-se de confessar os seus pecados com arrependimento sobrenatural, tendo uma resolução firme de não tornar a pecar e de evitar situações que levem ao pecado. Peça ao seu confessor que o ajude a superar alguma dificuldade que tenha em fazer uma boa confissão. Cumpra prontamente a sua penitência.

Ato de Contrição Meu Deus, porque sois infinitamente bom e Vos amo de todo o meu coração, pesa-me de Vos ter ofendido, e com o auxílio da Vossa divina graça, proponho firmemente emendar-me e nunca mais Vos tornar a ofender. Peço e espero o perdão das minhas culpas pela Vossa infinita misericórdia. Amém.

Exame de Consciência para uma boa confissão para os pecados graves:




1º MANDAMENTO: “AMARÁS O SENHOR TEU DEUS DE TODO O TEU CORAÇÃO, DE TODA A TUA ALMA, COM TODAS AS TUAS FORÇAS.”

Meditação: Duvidei voluntariamente da existência de Deus Pai, Filho e Espírito Santo? Acreditei apenas num ser supremo? Revoltei-me contra Deus nos meus sofrimentos? Desespero? Duvido da bondade e do poder de Deus? Tive ódio a Deus? Esperei a vida eterna sem abandonar o pecado? Esperei a vida eterna confiando apenas no meu esforço? Cometi pecados no intuito de confessá-los mais tarde? Tenho posto em dúvida ou negado, deliberadamente, alguma verdade revelada por Deus e ensinada pela Igreja? Tenho rezado diariamente com atenção e devoção? Rezo e frequento os sacramentos de má vontade? Leio e medito na Palavra de Deus? Procuro esclarecer e formar-me na fé com a ajuda do Catecismo da Igreja Católica? Defendi que nos podemos confessar diretamente a Deus, ou que o “casamento” civil entre batizados é aceitável em algumas situações, ou ainda que todas as religiões são iguais? Li algum livro, revista, jornal, ouvi alguma música, vi algum programa ou espetáculo contra Deus, contra a Igreja ou os bons costumes? Recebi indignamente algum sacramento? Faltei ao respeito das coisas santas, por exemplo, conversando ou brincando dentro da igreja, vindo indecentemente vestido para a igreja, ou omitindo a genuflexão sempre que passo diante de Jesus Sacramentado? Coloquei a minha vontade, as minhas ideias, o dinheiro, o trabalho, os divertimentos, o prazer, a fama, o poder ou alguma coisa criada em primeiro lugar na minha vida? Adorei Satanás? Invoquei Satanás? Usei coisas, li textos, ou ouvi músicas que invocam explicitamente o demônio? Sou supersticioso? Pratiquei a magia, o espiritismo, fui à bruxa, a médiuns, ou a curandeiros? Pratiquei a adivinhação através da astrologia, do jogo do copo, do pêndulo, das cartas do tarôt, da leitura da palma da mão ou coisas semelhantes? Acreditei em horóscopos? Usei amuletos como a ferradura, o corno, os cristais ou coisas semelhantes? Acreditei nas “energias”, na Nova Era, na reencarnação, no Reiki, ou em coisas semelhantes?

2º MANDAMENTO: “NÃO PRONUNCIARÁS O NOME DO SENHOR, TEU DEUS, EM VÃO.”

Meditação: Blasfemei ou falei sem respeito contra Deus, contra os Santos, contra Nossa Senhora ou contra as coisas santas? Falei mal da Igreja, do Papa, dos Bispos ou dos Padres? Pronunciei levianamente ou sem respeito nome de Deus, por exemplo, em anedotas ou piadas? Jurei sabendo que era falso o que prometia? Jurei fazer alguma coisa injusta ou ilícita? Roguei pragas? Deixei de cumprir algum voto ou promessa que tenha feito a Deus, a Nossa Senhora ou a algum santo?

3º MANDAMENTO: “GUARDARÁS O DOMINGO E DIAS SANTOS DE PRECEITO.”

Meditação: Faltei à Missa ao domingo ou em algum dia santo? Cheguei tarde à Missa por culpa própria? Trabalhei ou mandei trabalhar nesses dias sem grave necessidade? Dediquei nesses dias mais tempo a Deus, à família, aos pobres, aos doentes e ao descanso?

4º MANDAMENTO: “HONRARÁS, PAI E MÃE.”

Meditação: Obedeci aos meus pais? Manifestei-lhes o devido amor e respeito? Ajudo-os espiritual e materialmente? Entristeci-os? Abandonei-os na velhice, ou na doença? Tenho rezado por eles? Zanguei-me com os meus irmãos? Maltratei-os? Tenho transmitido a fé aos meus filhos? Atrasei o seu batismo, ou a sua primeira comunhão? Tenho-me empenhado na sua educação? Defendo-os do pecado? Dei-lhes maus exemplos? Corrigi com firmeza e paciência os seus defeitos? Fui amável com os estranhos e, ao contrário, pouco amável na vida de família? Discuti com o meu marido (a minha mulher)? Evitei repreendê-lo(a) ou discutir diante dos filhos? Tenho-lhe faltado ao respeito? Deixei de ajudar, dentro das minhas possibilidades, os meus familiares nas suas necessidades espirituais ou materiais? Obedeço à Igreja, ou discuti os seus mandamentos? Guardei a abstinência de carne nas sextas-feiras? Jejuei quarta-feira de cinzas e sexta-feira santa? Confessei-me pelo menos uma vez por ano? Comunguei pelo menos uma vez por ano pela Páscoa? Tenho contribuído para as necessidades da Igreja segundo as minhas possibilidades? Obedeci ao Papa e ao meu Bispo? Obedeci às justas determinações das autoridades civis?

5º MANDAMENTO: “NÃO MATARÁS.”

Meditação: Causei prejuízos ao próximo com palavras ou com obras? Desejei-lhe mal? Agredi alguém? Sou violento? Alimentei pensamentos de vingança? Manifestei ódio ou rancor a alguém? Perdoei de todo o coração as ofensas que recebi? Deixei de falar ou nego a saudação a alguém? Cheguei a ferir ou a tirar a vida ao próximo? Colaborei, de algum modo, em atos que ocasionassem a morte de um inocente? Pratiquei, aconselhei ou facilitei o crime gravíssimo do aborto? Defendi o aborto em certos casos? Fui gravemente imprudente na condução de veículos motorizados pondo em risco a minha vida e a dos outros? Deixei-me vencer pela ira? Cometi algum atentado contra a minha vida? Embriaguei-me ou, levado pela gula, comi mais do que devia? Tomei drogas? Preocupei-me eficazmente pelo bem do próximo, advertindo-o de algum grave perigo material ou espiritual, em que se encontrava ou corrigindo-o como exige a caridade cristã? Escandalizei o próximo, incitando-o a pecar, com as minhas conversas, o meu modo de vestir, convidando-o para assistir a algum espetáculo mau ou emprestando-lhe algum livro ou revista maus? Procurei reparar o mal causado pelo escândalo?

6º e 9º MANDAMENTOS: “NÃO PECARÁS CONTRA A CASTIDADE.” “NÃO COBIÇARÁS A MULHER DO PRÓXIMO.”

Meditação: Consenti em pensamentos ou desejos contra a castidade? Fixei o olhar, falei ou li coisas sensuais ou obscenas? Vi pornografia? Procurei o prazer sexual por si mesmo, fora do ato conjugal? Tive liberdades no namoro? Respeitei o corpo da minha namorada (do meu namorado)? Pequei contra a castidade por atos? Sozinho (masturbação) ou acompanhado (adultério, fornicação, com pessoas do mesmo sexo)? Havia alguma circunstância - de parentesco, matrimônio, consagração a Deus, ou menoridade - que tornassem mais grave aquela ação? Vivo maritalmente com alguém com a qual não estou casado pela Igreja? Assisti a espetáculos ou conversas que me colocaram numa situação próxima do pecado? Tenho em conta que expor-me a essa ocasião já é um pecado? Antes de assistir a um espetáculo ou de ler um livro ou uma revista, procuro informar-me sobre a sua classificação moral para evitar a ocasião de pecado ou o perigo de deformação da consciência que pode ocasionar-me? Usei do matrimônio indevidamente procurando o prazer sexual fora do ato conjugal? Neguei ao meu cônjuge os seus direitos? Tive intenção de tornar o ato conjugal voluntariamente infecundo? Pratiquei a contracepção, tomando a pílula, usando o preservativo, ou o dispositivo intrauterino, laqueando das trompas, interrompendo o ato conjugal para evitar os filhos? Aconselhei ou defendi a contracepção? Uso do matrimônio somente naqueles dias em que julgo não poder haver descendência? E atuo deste modo sem razões graves? Faltei à fidelidade conjugal por pensamentos e ações? Mantenho amizades que são ocasião habitual deste pecado de infidelidade? Estou disposto(a) a abandoná-las? Visto-me com decência ou sou sensual pondo em evidência aquelas partes do meu corpo que mais chamam a atenção do sexo oposto?

7º e 10º MANDAMENTOS: “NÃO FURTARÁS.” “NÃO COBIÇARÁS AS COISAS ALHEIAS.”

Meditação: Roubei algum objeto ou alguma quantia em dinheiro? Reparei os danos causados? Tive inveja? Cobicei as coisas alheias? Paguei aos outros os salários devidos pelo seu trabalho? Paguei os impostos? Trabalhei com empenho as horas que devia? Desperdicei tempo no trabalho? Abusei da confiança dos superiores? Prejudiquei o Estado abusando do fundo de desemprego ou da baixa médica? Desrespeitei os direitos de autor, copiando livros, software, filmes ou músicas, contra a sua vontade? Devolvi ao dono as coisas emprestadas ou achadas? Aproveitei-me injustamente da desgraça alheia cobrando juros excessivos? Prejudiquei, de algum modo, o próximo nos seus bens? Enganei o próximo cobrando mais do que o valor justo combinado, ou alterando a quantidade ou qualidade dos bens e serviços? Reparei o prejuízo causado? Tolerei abusos ou injustiças que tinha obrigação de impedir? Fiz acepção de pessoas ou manifestei favoritismos? Gastei mais do que permitem as minhas possibilidades? Desperdicei dinheiro no jogo ou noutras futilidades? Tratei mal dos meus bens? Aceitei, com sentido cristão, a carência de coisas necessárias? (A devolução dos bens tomados, roubados de outra pessoa é obrigatório para que haja perdão do pecado contra o 7º e o 10º Mandamento.)

8º MANDAMENTO: “NÃO LEVANTARÁS FALSO TESTEMUNHO.”

Meditação: Disse mentiras? Reparei os prejuízos causados? Minto habitualmente com a desculpa de que se tratar de coisas de pouca importância? Fiz juízos falsos ou temerários? Copiei nos exames? Faltei aulas sem motivo justo? Revelei, sem motivo justo, defeitos graves alheios que, embora reais, não são conhecidos? Reparei de algum modo os prejuízos causados, por exemplo, falando dos aspectos positivos dessa pessoa? Caluniei, atribuindo ao próximo defeitos que não eram verdadeiros? Já reparei os males causados ou estou disposto a fazê-lo? Disse mal dos outros baseando-me apenas nos boatos? Colaborei na calúnia, na difamação ou na murmuração? Semeei discórdias e inimizades com as minhas palavras? Exagerei os defeitos do próximo? Gostei de ouvir falar mal do próximo? Estou sempre a criticar?

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