quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Verdadeiros Sacerdotes?


Caros leitores, mais uma vez estamos aqui a defender tudo aquilo que sempre nos pediu Jesus que nunca alterou aquilo que pediu. Inicio este artigo assim para bater de frente na questão de que muitos argumentam que “isso não é mais pecado” ou ainda que “isso é um processo da evolução da humanidade, algo inevitável”. Mas que coisa, chega a cansar os ouvidos de tanto escutarmos as baboseiras dos adeptos do relativismo, ateísmo e dos seguidores do mundo e de satanás.

Vamos ser bem simples e diretos. Jesus disse que quem não está com Ele está contra Ele. E ponto final. Essa atitude, essa decisão, essa escolha é feita individualmente como muito bem sabemos. Ou escolhemos seguir Jesus plenamente e ficar com Ele, ou escolhemos seguir outra coisa e ficar sem Ele. Ficar em cima do muro, nem quente e nem frio, em estado morno é pedir para ser vomitado pelo salvador. Esse ensinamento quem nos passa é Jesus no livro do Apocalipse 3. Ou seja, não se pode criar a própria religião ou adaptá-la as necessidades próprias ou aos tempos modernos e suas modas, ou ainda querer abraçar a causa do evangelho e sua cruz sem deixar de lado os desejos e prazeres.

Isso vale para todas as pessoas. Para leigos, sacerdotes e religiosos, vale para todos. E além de termos esse ensinamento retratado nas sagradas escrituras, tamanha é sua gravidade que o próprio salvador ao longo da história da humanidade confirmou essa verdade em algumas aparições aos seus santos e santas. Aqui transcrevo um trecho de um diálogo feito entre Jesus e Santa Angela de Foligno no século XIII. Percebam que o descaso vem de longa data.

E disse Jesus: “Ai, ai, ai! De todos aqueles sacerdotes que temem, ou não querem proibir que se espezinhem e profanem os Meus templos, com a nudez das modas. Muitos deles, deixaram-se seduzir pela sua presença e não querem ser rigorosos no cumprimento dos seus deveres. Eu fui atraiçoado por um falso apóstolo. E hoje, há falsos sacerdotes, religiosos e leigos, que, de forma clandestina, estão trabalhando para destruir a Minha Igreja. Falseiam a Minha Doutrina, permitindo tudo e criando um cristianismo fácil...”

Pois bem, caros leitores, basta este pequeno exemplo, pois poderíamos colher tantos outros. O fato é que para os sacerdotes que receberam da boca de Jesus a missão de apascentar as suas ovelhas, este enorme presente que Deus nos deu, os sacerdotes, recebem sobre si uma tarefa que antes de ser magnífica é digna da gloria dos céus. Nossa Senhora em algumas aparições nos pede para rezarmos por todos eles e confirma que são um presente de Deus. Diz que agora não compreenderemos, mas no céu entenderemos. Com certeza no pedido Dela está incluído essa multidão de padres que de padres tem muito pouco.

Não são somente padres, são qualquer outra coisa e também atuam como padre, como se o fizessem por hobby ou nos horários vagos. O papa Bento XVI e o papa João Paulo II em várias ocasiões exortaram os sacerdotes a seguirem o exemplo de sacerdócio de São João Maria Vianney e de São Pio de Pietrelcina. Sacerdotes de altar e confessionário. Se estudarmos por pouco tempo a vida sacerdotal destes dois grandes santos e seus exemplos como cristãos, rapidamente perceberemos que o que atraía multidões para suas igrejas e paróquias era que eles transmitiam Jesus e tudo o que vinha dele. Eles eram apenas padres, enraizados profundamente nessa vocação.


Hoje em dia, infelizmente não é mais assim. Existem tantos sacerdotes que não merecem ser chamados de padres. Promovem tantos abusos litúrgicos, pregam tantas heresias, tantas contradições, são tão maleáveis na condução das paróquias que chega a desanimar as vezes de tão difícil que é assistir a uma missa não corrompida e a receber uma boa direção espiritual e uma boa confissão. Os verdadeiros católicos, comprometidos com a causa do evangelho e falo aqui daqueles católicos que sabem reconhecer a fumaça de satanás dentro da igreja, palavras do papa Paulo VI, são obedientes primeiro a Jesus, não se enganam jamais e professam vigorosamente e fervorosamente, com convicção sua fé em Jesus Cristo; estes, não cedem jamais a ensinamentos que ferem o que nos ensinou o salvador. Ora, isso é uma verdade bíblica. Está em tantas passagens das escrituras, mas destaco aqui o livro dos Atos dos Apóstolos 5,29 - importa antes obedecer a Deus do que aos homens e também em Jeremias 17,5 - maldito o homem que coloca sua confiança no homem. Fim da discussão. É por isso que Jesus disse que se possível fosse, até os eleitos seriam enganados. Voltemos ao Padre Pio, modelo de sacerdócio apontado pelos papas. Padre Pio era perseguido pela própria igreja, chegando a ser proibido de exercer seu ofício. Ele, que era eleito e seguia Jesus e recebeu graças extraordinárias vindas do céu causou rebuliço no clero da igreja. Ué! Por quê? Todo mundo não seguia Jesus na época em que o padre Pio era vivo? O que aconteceu? Sabemos bem não é mesmo. Padre Pio não era morno e como João Batista se diminuía para que Jesus aparecesse. Por isso as pessoas reconheciam na pessoa do padre a pessoa de Jesus.

Antigamente se reconhecia um padre na rua. Hoje em dia não é mais assim. Vide a primeira foto deste artigo, retirada da internet, onde esse padre está a acolher seus fãs no norte do Brasil. Trata-se do padre Reginaldo Manzotti chegando ao norte do Brasil para promover seu show em Juazeiro do Norte no Ceará. Ou então da segunda foto onde temos o padre Fabio de Melo em uma capa de cd musical. Vejam bem amigos leitores, não estamos aqui a denunciar este ou aquele sacerdote. Estamos colocando apenas alguns exemplos de muitos casos evidentes que, infelizmente, ocorrem pelo mundo afora e são, sempre, todos condenados por Jesus.

Padres como estes e outros, parecem ter se esquecido da missão recebida no dia em que suas mãos foram ungidas pelo bispo.


fonte: Jefferson Roger

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