segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Minhas palavras não serão revogadas


Isaías 45,23 – Minhas palavras não serão revogadas.

Caros leitores que por este blog passam. Que alegria mais uma vez podermos meditar e refletir sobre o que a palavra de Deus tem a nos ensinar a cada dia. Para este artigo separei esta passagem do livro do profeta Isaías que nada mais é uma afirmação do próprio Deus de que sua lei é imutável. Vamos aprofundar um pouquinho.

Com o passar do tempo a humanidade vem a cada dia caindo numa espécie de relaxamento espiritual e doutrinal. As brechas que o inimigo vai conquistando no povo de Deus, vão semeando a confusão e as mentiras misturadas com verdades vão transformando as pessoas em exímios pensadores e questionadores. Explico. A confusão se instala entre os cristãos porque, entre tantas causas, esses se perdem por falta de conhecimento, Oseias 4,6. Eu vejo aqui uma grande simplicidade nas coisas, como diria Madre Teresa de Calcutá. Por não conhecer a fundo os ensinamentos celestes satanás ganha terreno com suas mentiras, misturando elas com as verdades e oferecendo isso tudo, em pratos saborosos ao desatento cristão.

Dessa forma, a humanidade cai no erro de cometer um erro após o outro, criando suas leis e afirmando que elas superam e tem mais valor que a lei divina. Mais essa agora, por isso é que os santos dizem que para os pecadores deveriam existir hospícios, pois são todos loucos. Como é possível achar ou se quer cogitar a possibilidade de que isso poderia ser verdade? Como pode o povo acreditar que uma coisa que era errado, ou que era pecado agora não é mais? O próprio Senhor do céu e da terra afirma pela boca do profeta que não é assim: “Minhas palavras não serão revogadas”. E esta afirmação encontramos em tantas outras partes das sagradas escrituras. O céu e a terra passarão, mas minhas palavras não passarão. Eis aí mais uma delas.

Não adianta não é mesmo caro leitor. Se não nos adequarmos ao projeto que Deus tem reservado a cada um de nós, não vai dar certo. A solução que o mundo apresenta é a da revolta, rebeldia e desobediência. Pois de outra forma não é possível viver em comunhão com Deus sem aceitar o fato de que Ele é imutável. E nem poderia não é mesmo! Do contrário este mesmo Deus seria um mentiroso sem igual e sua justiça seria injusta. Já parou para pensar se a cada geração da humanidade, a cada século as regras da salvação fossem mudando? Se a cada ano que se passasse fosse necessário se fazer menos coisas para se entrar no céu? Que injustiça seria. Felizmente para nós católicos a realidade não é essa. Não é como na escola onde a média é 6 para passar de ano. Para entrar no céu só com nota 10. Não existe na morada celeste nenhuma mancha de pecado. Jesus não vai fazer vista grossa no dia do nosso juízo. Ele que é o justo juiz não vai “deixar” passar alguma coisa em prol de outra. Ninguém vai passar a conversa em Jesus e convence-lo a deixar-nos entrar no seu reino com alguma falta não expiada, algum pecado retido, alguma desconformidade com a vida que ele pregou e espera de nós. “Não vos enganeis”, disse Jesus!

Tudo é muito sério. Viver é uma oportunidade para agarrarmos o prêmio eterno com unhas e dentes. Jesus já nos ensinou em Mateus 11,12 que o céu é arrebatado a força e são os violentos que o conquistam. O recado já está dado, as cartas já estão na mesa. A batalha que se iniciou na fundação do mundo só terminará no dia do juízo final. Até lá, toda a vontade de Deus, que se realiza dia após dia, vai conduzindo a humanidade rumo a eterna felicidade. Porém, para os que acolhem a sua verdade. Felicidade verdadeira que nos espera no céu, uma felicidade prometida por aquele cujas palavras não serão revogadas, não perderão a validade jamais. O mundo prega o oposto, prega que devemos ser felizes aqui, chafurdando na lama do pecado como porcos, sem condição para erguermos a cabeça para cima e colocarmos nossa esperança nas coisas que não passam. O pecador, como um porco a chafurdar na lama, não tem tempo para olhar para cima, não tem tempo para lutar pelo que vale a pena pois está muito ocupado em se enrolar e se sujar com os prazeres medíocres dessa breve passagem terrena. Não sejamos como os porcos pois corremos o risco de sermos atirados no abismo. Sejamos prudentes como a serpente e simples como a pomba, Mateus 10,16. Sejamos aquilo que somos chamados a ser: “santos”.


fonte: Jefferson Roger

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Postagens mais visitadas