segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Não seja um católico contaminado

Mateus 6,24 - Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou odiará a um e amará o outro, ou dedicar-se-á a um e desprezará o outro.

Eclesiástico 11,27-28 - 27 No dia feliz não percas a recordação dos males, nem a recordação do bem no dia infeliz. 28 Pois no dia da morte é fácil para Deus dar a cada um conforme o seu comportamento.

Eclesiástico 15,20 - 20 Os olhos do Senhor estão sobre os que o temem, e ele conhece todo o comportamento dos homens.

Eclesiástico 16,14-15 - 14 O pecador não escapará em suas rapinas, e não será postergada a espera daquele que exerce a misericórdia; 15 toda a misericórdia colocará cada um em seu lugar, conforme o mérito de suas obras e a sabedoria de seu comportamento.

Olá caros leitores, com estas breves passagens inicio este artigo que pretende refletir um pouco a respeito do comportamento que o cristão católico deve assumir, isso mesmo, “deve” assumir perante todos para dar testemunho da fé que professa e vive. Não se pode agir como os tão condenados fariseus que falavam uma coisa e faziam outra. Especificamente aqui, queremos apontar o fato de que muitos católicos, contaminados pelas coisas do mundo, aos poucos vão tirando a sua autenticidade de filhos de Deus e vão se misturando com as ofertas que o príncipe do mundo apresenta, e o que é pior, vão aceitando, acostumando-se e achando que não tem nada de mais. Convivem com o pecado como se grave ele não fosse.

Logo no início da bíblia, no livro do Deuteronômio capítulo 18,10, encontramos podemos dizer assim, uma lista com o que não convém ao cristão. E essas verdades percorrem toda a sagrada escritura confirmando que as coisas são assim mesmo. É como disse Jesus nos evangelhos. Ou se segue a Deus e tudo que vem dele ou se segue o mundo e tudo que vem dele. Se quisermos fazer uma salada com tudo isso para que o resultado seja mais agradável a nós mesmos, o resultado disso tudo será uma bela “indigestão espiritual” que com a participação do corpo irá contribuir para um resultado desagradável no dia do julgamento final.

Os textos são muito simples. Nada de ficar aceitando em nossas vidas o que não vem de Deus. As pessoas procuram justificativas para endossar algum hábito, alguma atitude algum comportamento e por aí em diante. Sempre estão a se justificar para alivio de suas consciências e vão procurando afinidades assim na sociedade para confirmarem seus egos, seus pontos de vista e suas crenças em sua própria religião, que passa a ser uma religião de “self-service”, uma religião de supermercado onde acato o que mais me agrada de todas as denominações religiosas, fantasiando o único Deus Verdadeiro de palhaço e colocando Ele em pé de igualdade com todas as outras criaturas “divinizadas” e cultuadas pelas pessoas, por outras culturas e crenças. Com isso nada mais fazem do que tornarem-se habilidosas neste jogo de cintura que não vai servir para nada na frente de Jesus, o justo juiz. Ele já deixou bem claro que irá julgar segundo o critério Dele sendo portanto, impossível, alguém convencê-Lo de que o que se fez, que não é de acordo com seu evangelho, também serve para entrar no céu.

É comum hoje em dia vermos uma pessoa completamente revestida com adereços, roupas, marcas e outras coisas que não possuem raízes no catolicismo de mais de dois mil anos. Como os símbolos que aparecem neste artigo. Um prega a paz mundial sem Cristo (a cruz invertida com os braços quebrados) e outro tem raízes tão antigas, nas religiões egípcias e hinduístas (mão de fátima, deus mahavira do jainismo, jainsem, etc), com algumas variações e também pregam ensinamentos que não foram proferidos por Jesus. Nem vou entrar em detalhes a respeito desses símbolos pois qualquer um pode fazer uma pesquisa e concluir por si só que de católicos eles não tem nada e muito menos são objetos que um católico que se preze deva usar.

Se o cristão quer usar algo assim porque achou bonito, também está fora de questão. Para simplificar vamos entender de uma vez por todas. Essas coisas não são para os católicos. Não convém. Nós precisamos nos vestir como católicos e não nos enfeitarmos com objetos que simbolizam uma crença diferente da que professamos e vivemos, senão, saibamos que deve ser assim. Não sejamos como os fariseus. Caso não se lembrem, Jesus mostra muito bem nos evangelhos o perfil deles e fica muito claro para o cristão que não é um perfil que nosso redentor espera de nós. Façamos diariamente o exercício de expurgar de nossas vidas tudo aquilo que não nos convém, para que Jesus possa olhar para nossas vidas e nossos comportamentos e dizer quando formos chamados a sua presença: “Eis aí, um cristão de verdade”!


fonte: Jefferson Roger

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