sexta-feira, 17 de junho de 2016

O desequilibrio das pessoas

Olá caros leitores, sejam sempre benvindos. Neste pequeno artigo iremos refletir um pouco sobre a forma tendenciosa que as pessoas têm de, por impulso, muitas vezes agir de forma desalinhada com situações que esperam de nós, sempre um ponderar e um analisar os acontecimentos com um olhar sobrenatural. Vamos a um exemplo.

Embora não seja regra é sabido de todos que o homem tem em sua natureza sexual um impulso diferente da mulher. Já dizem os pesquisadores que o homem tem relação sexual para ficar “bem” enquanto que a mulher tem relação sexual quando está “bem”. Dizem também os ditos populares que o homem faz o estilo micro-ondas enquanto a mulher faz o estilo fogão a lenha, no que diz respeito as preliminares antes da relação propriamente dita.

Claro que não é regra alguma, todos sabemos disso, mas quando essa tendência, já apontada de forma cientifica acontece as coisas se tornam tensas entre alguns casais. O marido, sempre a procurar realizar seus desejos sexuais com a esposa, a procura com certa frequência e tantas vezes encontra a “porta fechada”. O famoso não. A esposa, esquece ele, tem que cuidar da casa, dos filhos, das coisas do marido, algumas ainda trabalham fora e mal tem tempo para se cuidarem e os egoístas maridos esperam que ao chegarem em casa, encontrem sua querida esposa a disposição para uma relação amorosa. Dão com os burros na água, porque já nas primeiras tentativas a esposa vai dizendo que o sujeito só pensa nisso. Isso quando a mulher não se antecipa e antes mesmo de algo acontecer já vai avisando: ai que dor, como estou cansada, não vejo a hora de deitar e dormir e coisas deste tipo.

Quando a relação é saudável, o marido “acorda” de seu rompante e então passa a compreender o heroísmo de sua esposa e altera seu comportamento e suas investidas em relação ao seu desejo sexual. Pronto! A esposa então começa a reclamar dizendo que se ele não a “procura” mais na cama é porque está saindo com outra mulher. Vai entender as mulheres, alguns irão pensar. Mas eu digo, vai entender os homens. Ou melhor ainda, vamos ser justos: vai entender o ser humano. Ou ainda, vai entender o cônjuge.

Pois bem, este desequilíbrio denota falta de “temperança”. Do agir ponderando, refletindo, meditando e procurando compreender os fatos. A temperança é biblicamente ensinada a nós para atingirmos muitos frutos nesta vida e na outra. Vamos ver? 2ª Pe 1,5-10 - esforçai-vos quanto possível por unir à vossa fé a virtude, à virtude a ciência, à ciência a TEMPERANÇA, à TEMPERANÇA a paciência, à paciência a piedade, à piedade o amor fraterno, e ao amor fraterno a caridade. Se estas virtudes se acharem em vós abundantemente, elas não vos deixarão inativos nem infrutuosos no conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo. Porque quem não tiver estas coisas é míope, cego: esqueceu-se da purificação dos seus antigos pecados. Portanto, irmãos, cuidai cada vez mais em assegurar a vossa vocação e eleição. Procedendo deste modo, não tropeçareis jamais.

Como vimos neste pequeno trecho das sagradas escrituras, nós que somos chamados para a santidade e eleitos para sermos filhos de Deus, precisamos cultivar em nós estes traços que São Pedro nos recorda. Se eles nos são indispensáveis para progredirmos na caminhada rumo a pátria celeste, sem dúvida nenhuma nos são preciosos para, por amor a Deus, convivermos como nos pede Jesus, com o próximo e o próximo já encontramos dentro de nossas casas.


fonte: Jefferson Roger

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