quarta-feira, 6 de julho de 2016

A batalha continua

Jean Paul Sartre, Simon de Vou Boa, Sulamita Firestone, Judith Butler, Friedrich Nietzch, Gunnar Myrdal, Alva Reimer Myrdal e Chiara Lalli.
Para muitos são nomes bem desconhecidos, mas todas essas pessoas tem algo em comum. Para elas, Deus, nosso Criador, não criou e definiu nossos órgãos sexuais, fazendo o órgão masculino para o feminino, constituindo a sua prática dentro do seio familiar. Essas pessoas militam e se dedicam diariamente a combater contra os valores cristãos, inclusive já a muito tempo. São teses, livros, eventos, publicações, artigos, pressão política e tantas outras formas que eles buscam de criar e desenvolver esse tipo de ideias e pensamentos e despejá-los na literatura mundial.
Para eles, em comum existe a realidade de que o ser humano pode "escolher" que papel desempenhar na sociedade e como praticar a sua sexualidade; ou seja, o homem pode escolher "SER" mulher e ter relações com outra mulher ou outro homem. Pode ainda escolher "SER" homem e ter relações com outro homem, o mesmo valendo para a mulher que pode escolher "SER" mulher e ter relações com outra mulher ou ainda "SER" homem e se relacionar com outra mulher ou outro homem.

Eis aí a destrutiva maneira como opera a ideologia de gênero. Fortemente combatida pela igreja católica, pelos cristãos e por muitos que percebem que esta teoria, que se tenta impor à humanidade vai contra uma "Lei" maior criada por Deus.

Já em 2012 podemos ler a explicação dada por Bento XVI, quando ele disse: “De acordo com a filosofia do gênero, o sexo não é mais um fato original da natureza, que o homem deve aceitar e preencher pessoalmente de sentido, mas sim um papel social que se decide de forma autônoma e que, até agora, teria sido decidido pela sociedade. O profundamente errôneo desta teoria e da revolução antropológica subjacente a ela é evidente. O homem contesta uma natureza pré-constituída pela sua corporeidade, que caracteriza o ser humano. Nega a própria natureza e decide que ela não lhe é dada como um fato pré-constituído, mas que é ele próprio quem a cria. Não é mais Deus quem nos criou homens e mulheres, mas a sociedade quem teria nos determinado; e, agora, nós mesmos é que decidiríamos sobre isto”.

E a igreja segue em frente em sua luta pelas verdades católicas com o papa Francisco que tem deslegitimado corajosamente essa teoria perante o mundo inteiro, inclusive incentivando os defensores dessas visões de mundo a se amarem tais como foram criados e a refletirem sobre os porquês desta “necessidade urgente” da sociedade atual de fugir de si mesma.

Fica evidente caros leitores o ataque das forças inimigas em nosso meio. Deus quis a realidade da Família, e assim o quis. Jesus se fez família e esteve em nosso meio, a sagrada Família, Jesus, Maria e José,exemplo vivo da realidade desejada, projetada e criada por Deus segue fielmente o projeto Divino que muitos tentam negar e reinventar. Sigamos firmes nas verdades do Evangelho e sejamos luz no mundo e sal da terra.


fonte: Jefferson Roger

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