segunda-feira, 25 de julho de 2016

As duas estradas


Um dia, vi duas estradas:

Uma estrada larga, atapetada de areia e flores, cheia de alegria e de música e de vários prazeres.

As pessoas caminhavam por esta estrada dançando e divertindo-se – estavam chegando ao fim, sem se aperceberem disso.

E, no final dessa estrada, havia um enorme precipício, ou seja, o abismo do Inferno.

Essas almas caíam às cegas na voragem desse abismo; à medida que iam chegando, assim tombavam. E seu número era tão grande que não era possível contá-las.

E avistei uma outra estrada, ou antes uma vereda, porque era estreita e cheia de espinhos e de pedras, por onde as pessoas seguiam com lágrimas nos olhos e sofrendo dores diversas.

Uns tropeçavam e caiam por cima dessas pedras, mas logo se levantavam e iam adiante.

E no final da estrada havia um magnífico jardim, repleto de todos os tipos de felicidade e aí entravam todas essas almas.

Já no primeiro momento, esqueciam de seus sofrimentos.


fonte: retirado do Diário de Santa Faustina Kowalska, caderno I, item 153 por Associação Apostolado do Sagrado Coração de Jesus

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