quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Maldito o homem que confia em outro homem

Jeremias 17,5-8 – “Eis o que diz o Senhor: Maldito o homem que confia em outro homem, que da carne faz o seu apoio e cujo coração vive distante do Senhor! Assemelha-se ao cardo da charneca e nem percebe a chegada do bom tempo, habitando o solo calcinado do deserto, terra salobra em que ninguém reside. Bendito o homem que deposita a confiança no Senhor, e cuja esperança é o Senhor. Assemelha-se à árvore plantada perto da água, que estende as raízes para o arroio; se vier o calor, ela não temerá, e sua folhagem continuará verdejante; não a inquieta a seca de um ano, pois ela continua a produzir frutos”.

Pois é caros leitores, pois é. Isso de se confiar em alguém todos nós sabemos que dá trabalho. E como dá. Mas é preciso uma leitura atenta das sagradas escrituras que parecem atestar que não é bom confiar no homem. Não é exatamente assim que funcionam as coisas pois se fossem a bíblia estaria nos dizendo que não devemos confiar em ninguém. Na verdade, Deus nos explica em qual grupo de pessoas não devemos confiar. Olhemos com atenção:

O homem que da carne faz o seu apoio e seu coração vive distante do Senhor, este é o tipo de homem que não devemos confiar. Pelo contrário, o homem que busca em primeiro lugar o reino de Deus e a sua justiça, pois sabe que tudo mais vos será acrescentado; O homem que encontrou seu tesouro ao viver a experiência do encontro com Jesus e por isso, vende tudo para comprar a pérola do deserto, pois sabe que onde está o seu tesouro ali está o seu coração, este é o tipo de homem que podemos confiar.

Se da carne faz o seu apoio e seu objetivo de vida e seu coração é preenchido com o vazio dos prazeres terrenos, este tipo de homem não tem o que nos oferecer da parte de Deus. Apenas do mundo. Homens assim proferem o mal de suas bocas, como nos adverte o apóstolo São Tiago:

Tiago 3,3-10 – “Quando pomos o freio na boca dos cavalos, para que nos obedeçam, governamos também todo o seu corpo. Vede também os navios: por grandes que sejam e embora agitados por ventos impetuosos, são governados com um pequeno leme à vontade do piloto. Assim também a língua é um pequeno membro, mas pode gloriar-se de grandes coisas. Considerai como uma pequena chama pode incendiar uma grande floresta! Também a língua é um fogo, um mundo de iniquidade. A língua está entre os nossos membros e contamina todo o corpo; e sendo inflamada pelo inferno, incendeia o curso da nossa vida. Todas as espécies de feras selvagens, de aves, de répteis e de peixes do mar se domam e têm sido domadas pela espécie humana. A língua, porém, nenhum homem a pode domar. É um mal irrequieto, cheia de veneno mortífero. Com ela bendizemos o Senhor, nosso Pai, e com ela amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus. De uma mesma boca procede a bênção e a maldição. Não convém, meus irmãos, que seja assim”.

Como vemos caros leitores, a exortação do apóstolo termina nos lembrando que não convém, para o nosso bem e o de todos que a nós se aproximem, que seja assim. Que seja a opção pelo mundo ao invés da opção por Deus. Pois se assim o fizermos, se a estas pessoas confiarmos e darmos ouvidos ao que sair de suas bocas, malditos também seremos nós. E para os malditos Jesus já deixou seu recado em Mateus 25,41:

(Jesus) Voltar-se-á em seguida para os da sua esquerda e lhes dirá: - Retirai-vos de mim, MALDITOS! Ide para o fogo eterno destinado ao demônio e aos seus anjos.

fonte: Jefferson Roger

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