quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Revista feminina divulga relato de traição

Esta revista de circulação nacional tem um espaço chamado Eu, Leitor, onde publica depoimentos de seus leitores a respeito de temas que fazem parte da pasta de assuntos levados às bancas e pela internet por esta editora. Aqui neste blog, iremos resumir um destes depoimentos colhidos no site da editora para demonstrar como é o pensamento daqueles que cometem uma das formas de pecado contra o Espírito Santo, que não tem perdão, chamado obstinação ao pecado:

“Sou casada mas adoro transar com estranhos”

“Já entrei em alguns ônibus lotados também, principalmente aqueles que saem do centro em direção ao subúrbio, por volta das seis da tarde. Pode parecer loucura, eu sei, mas, se me faz bem, fazer o quê? Quando é assim, até me visto estrategicamente com uma sainha mais curta, e troco de roupa antes de voltar para casa. Levo sempre na bolsa um bom perfume também, para disfarçar o odor do meu corpo depois de fazer sexo. Às vezes me encanto com algum passageiro. Uma vez, há uns três anos, conheci no ônibus um rapaz de 18 anos, no máximo. Devia ser estudante porque levava uns cadernos. Ele ficou se encostando em mim. Em cada curva ou parada brusca que o ônibus fazia, ele aproveitava para me apertar ainda mais. Fiz de conta que não estava notando. Quando vi que ele estava para descer, desci junto e o segui. Ele parou e perguntou se a gente se conhecia de algum lugar. Eu disse que não, mas que seria um prazer conhecê-lo. O garoto abriu um sorrisão. Chamei um táxi e o levei para um motel.

Outra vez, peguei um metrô na zona sul, sentido zona norte. Assim que entrei no vagão, vi um lourinho lindo, surfista. Percebi que ele voltava da praia, estava de bermuda e camiseta, ainda meio molhado. Não tinha mais do que 20 anos. Ele desceu na estação Tijuca, desci também. Falei claramente: 'Adoraria transar com você, se possível, agora'. Dessa vez aconteceu no banheiro masculino do metrô mesmo. Os corredores estavam movimentados, sei lá se alguém me viu entrar. O risco faz parte da brincadeira. Depois saímos, cada um para o seu lado. Nem olhei para trás. Desde que eu comecei a colocar em prática minhas fantasias, há cinco anos, já transei com muitos desconhecidos. Até perdi as contas. Às vezes nem chego a transar. Já deixei muitos homens loucos com um simples olhar cheio de malícia ou uma cruzada de pernas. Também gosto de ficar em pé e me encostar, de leve, nos homens desacompanhados. Eu me sinto tão livre, tão desejada, nessas situações...

Faço isso por puro prazer. Nunca paguei para ter sexo. Tenho meu negócio, minha renda mensal, sou independente. Alguns taxistas nem querem receber a corrida, mas faço questão de acertar e até deixo uma gorjeta. Principalmente quando algum me leva às nuvens em segundos. Sei que eles dependem desse dinheiro para sobreviver. Claro que minha vida não se resume a esse fetiche. Na maior parte do tempo, me dedico ao trabalho, sou uma mulher comum. Nos fins de semana, faço programas bem família: cinema, praia, restaurante com meu marido e meu filho. Sou mãezona. Ajudo nas lições de casa sempre que posso, gosto de conferir os cadernos. Cuido também do meu marido. Eu mesma compro suas roupas, ele é meio desligado para se vestir.

Não gosto nem de pensar no que aconteceria se um dia o Guga descobrisse que levo essa vida paralela. Acho que ele ficaria muito mal, até se separaria de mim. Só uma prima minha sabe de tudo. Ela sempre foi minha melhor amiga, desde a infância. Confio nela até de baixo d'água. Ela acha que sou uma maluca, claro. Mas também morre de rir com minhas histórias.

Não me considero infiel. No começo, eu sentia uma pontinha de culpa, mas depois passou. Decidi ficar bem comigo mesma, realizada em todos os sentidos, sem trair meus pensamentos ou meus desejos. Acho que, se eu me reprimisse, aí, sim, seria infeliz e passaria essa angústia para o meu casamento. E nunca traí meu marido sentimentalmente. Essas aventuras foram carnais, nunca me envolvi com nenhum desses homens. Se me apaixonasse, talvez me sentisse infiel.

Preciso dar asas aos meus desejos. Pelo menos uma vez por mês dou uma escapulida e saio livre, leve e solta, me fazendo passar por outra mulher. Na verdade, eu permito que essa mulher saia da minha imaginação e ouse... Permito que ela ouse se divertir, gozar com quem for, ser desejada por quem bem entender. Não pretendo deixar de realizar minhas fantasias, por mais loucas que possam parecer."

Como vemos caro leitor, pessoas assim, como disse Jesus, já escolheram receber sua recompensa aqui na terra. Que triste depoimento de uma pessoa que não se respeita, vive longe de Deus e pratica os vazios, baixos e miseráveis prazeres da carne que o mundo oferece. Deus lhe mostra a outra face. Ela não vê que tem família, trabalho e saúde tudo por graça de Deus e mesmo assim, vira as costas para Ele em prol de atender os apetites do corpo. Que esse relato sirva a todos para jamais seguirem por este caminho, que é o caminho da parábola do homem rico e de Lázaro (Lucas 16,19-31).


fonte: Jefferson Roger e fontes descritas

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