quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Tal Pai, Tal Filhas

Pois bem caros leitores pertencentes ao grupo dos pais. Aos pais de toda e qualquer natureza. Como bem é sabido por todos Deus provê ao ser humano a paternidade enquanto missão antes mesmo de ser enquanto geração. Nas sagradas escrituras o grande exemplo que temos a respeito dessa verdade é a paternidade que Deus quis conceder a São José, o qual foi escolhido para exercer o matrimônio Josefino. Homem justo, sempre acreditou nas mensagens que Deus lhe enviou através dos seus anjos e não poupou esforços para exercer seu mandato com o máximo empenho que a tarefa lhe impunha.

Pensemos por um instante apenas. Nos coloquemos no lugar de São José, o pai nutrício de Jesus e esposo de Maria. Ser o companheiro daquela que foi especialmente designada e agraciada por Deus para receber em seu ventre o divino salvador. Ser o provedor do lar e junto com Maria Santíssima educar Jesus, aquele que veio para nos resgatar da dívida impagável. Que missão e que responsabilidade!

Bem sabemos que o que se sabe de São José, embora menos é do que o que as sagradas escrituras revelam sobre Maria, assim se fez por vontade de Deus para mostrar a todos nós que, quem se humilhar será exaltado. A humildade, tão bem vista pelos céus é fruto de um coração que sabe onde quer chegar e sabe que não pode sozinho.

Como bem nos recorda São João Batista, é preciso diminuirmos para que o Cristo apareça.

E assim deve ser na vida de todas as pessoas que receberam de Deus a graça de se tornarem pais. Seja de filhos naturais, seja de filhos adotados ou seja de filhos assumidos. O modelo de pai que deve ser seguido é sem dúvida o do pai eterno, o modelo de paternidade a ser seguido é sem dúvida o de São José na sagrada família. Jesus nos adverte que a quem muito for dado muito será pedido. Ai portanto, de nós pais que de forma leviana sedemos aos caprichos do mundo para agradar nossos filhos e não vislumbramos o mal que estamos a fazer às suas almas.

Deuteronômio 6,6-7 – “Os mandamentos que hoje te dou serão gravados no teu coração. Tu os inculcarás a teus filhos, e deles falarás, seja sentado em tua casa, seja andando pelo caminho, ao te deitares e ao te levantares”.

Como vemos neste trecho bíblico, é sempre uma questão entre cada um de nós e Deus. A boa relação que temos entre pais e filhos resulta, por obediência a Deus, na educação dentro da fé no evangelho de nosso senhor Jesus Cristo. Portanto, se assim o fizermos, por conta de passarmos adiante aquilo que aprendemos em nossa caminhada por este vale de lágrimas, rumo à porta estreita, já aqui na terra em nossos filhos, as pessoas poderão contemplar um outro Cristo. Porém, verdade também é, que por desobediência a Deus, podemos educar dentro dos valores do mundo e, tanto numa quanto na outra forma, todos poderão dizer:

Tal pai, tal filhas. Ou tal pai, tal filhos. Claro que é isso que queremos, mas dentro dos motivos certos, e claro que é isso que Jesus espera de nós, mas dentro daquilo que ele nos ensina. Ele espera que no mínimo, façamos o máximo de nossa parte. Assim, no dia do juízo de sua boca poderá brotar as seguintes palavras quando estivermos sendo conduzidos à sua presença para ouvirmos nossa sentença: “Lá vem um cristão de verdade!”


fonte: Jefferson Roger

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