segunda-feira, 17 de abril de 2017

A gravidade do pecado

Convenhamos, o trabalho dos servos do mal está sendo muito bem feito ao longo de toda a história da humanidade. Um dos objetivos deles é: modificar o conceito de pecado para que ele não seja mais “enquadrado” como pecado e assim pode-se comete-lo sem que sua gravidade ofenda a consciência, que passa a viver num estado de embotamento. Afinal se para mim uma coisa não é pecado, posso faze-la e não estando eu errado, nem perdão preciso mais pedir! Que alegria, enfim o paraíso aqui na terra! Triste realidade que o saldo do inimigo aponta e registra no meio das pessoas. Eles atuam nas seguintes frentes: no mundo farmacêutico, no mundo da mídia, no mundo educacional e no mundo político. Nestes quatro grandes grupos se concentra toda a investida das forças do mal. Vou escrever apenas uma linha de exemplos para comprovar porque o material e as evidências são amplos e pode-se escrever por horas sobre essas verdades comprovadas.

A vaidade que prende a pessoa ao apego materialista, colocando idolatricamente o corpo em primeiro lugar é gerenciado pela industria farmacêutica e de cosméticos. A vaidade afasta a pessoa do foco eterno pois ela corre o risco de não cuidar da sua alma por estar voltada ao cuidado aparente do corpo, que é um cuidado nesse caso estético, vaidoso. Nos meios de comunicação de várias formas de mídia acontecem os maciços investimentos em propaganda para “vender” ideias contrárias as verdades celestes. A catequese passa a ser dada pela televisão e internet, por exemplo, e não mais pelas sagradas escrituras. Dessa forma, a mídia fica insistentemente “pregando” seus valores, ideais e verdades para as pessoas. No plano estudantil, existe a infiltração nas salas de aulas de conteúdo profano e oposto ao que Deus tem a nos ensinar, através de materiais paradidáticos impróprios e grades curriculares que propõe uma abertura para o aprendizado de ideologias que se afastam do evangelho. Por fim, o lobby político fica com a parte de criar e aprovar leis que visam impor para a sociedade um comportamento e conceitos completamente contrários ao que vem dos céus.

Com isso tudo em prática, o comum passa a ser o certo, porque afinal, todos praticam. Quem não adere é a ovelhinha negra, isolada e excluída. Essas ovelhinhas, no entanto, tem um dono, Jesus Cristo, o bom pastor, aquele que dá a vida por suas ovelhas. Será que somos minoria? Nós os cristãos? Os católicos? Aqueles que procuram viver o evangelho? Ou quem segue a Deus nesse mundo ainda é maioria frente aos que não seguem? Num olhar que se volta para o horizonte do cenário parece difícil enxergar um desfecho, embora ele exista. A fé nos garante que Deus está no comando e o diabo não faz mais do que barulho. Infelizmente esse barulho tira a atenção dos ensinamentos de Deus que são passados a cada um no silêncio das orações. Jesus já nos mostrava, quando se retirava para orar ao pai. Ele buscava o silêncio. O mundo, com sua barulheira quer soterrar a cada um com sua avalanche de prazeres e conceitos para que não possamos ouvir a Deus e viver o que ele nos pede. Quando ele vende um cosmético pregando que você pode manter sua beleza cultivando sua vaidade, ele está querendo nos soterrar. Quando os programas de tv pregam que beijar qualquer um na boca e transar com alguém que não seja seu cônjuge é permitido, ele está querendo nos soterrar. Quando ele ensina nas escolas, num livrinho de histórias que o papai noel transou com a chapeuzinho vermelho e tudo bem, ele está querendo nos soterrar. Quando ele aprova leis que vão contra e não tem poder para superar as leis divinas e as impõe na sociedade, como a aprovação do aborto até doze semanas ou o casamento de pessoas de mesmo sexo, equiparando-as com o santo matrimônio constituído biblicamente, ele está querendo nos soterrar.

No fim, tudo não passa de uma tentativa de desmanchar o conceito de pecado, reinventa-lo, transformar em detalhe e deixar de lado o criador de todas as coisas visíveis e invisíveis, e aplicar o que eles chamam de “inevitável evolução da humanidade”. Deus nos livre de cairmos nessa tentação de abandonar a nossa cruz por conta de um pouco da lama dos pecados, com isso sujando nossa única e tão preciosa alma.


fonte: Jefferson Roger

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