Comunhão Milagrosa



Alguns relatos sobre as comunhões misticas:

Uma criança com oito anos de idade, nos tempos de São Geraldo de Majella, era muito pequena para receber a Eucaristia. O Santo, porém não encontrava uma razão para aquela norma e chorava freqüentemente com tanta desolação que o Céu se comoveu. Uma noite São Miguel Arcanjo aproximou-se do menino e colocou na sua língua uma Hóstia branca, como aquela que o sacerdote lhe tinha negado e desapareceu. Na manhã seguinte, feliz e triunfante, Geraldo confessou candidamente:“o sacerdote negou-me a Comunhão, mas esta noite eu a recebi na lingua do Arcanjo São Miguel”.



A Beata Emilia Bicchieri é a fundadora da Ordem Terceira Regular Dominicana e nutriu sempre um amor fortíssimo pelo Santíssimo Sacramento. Um dia, enquanto estava ocupando-se de uma irmã muito doente, não viu o tempo passar e chegou ao final da Santa Missa, perdendo assim a Comunhão. Começou então a lamentar-se com o Senhor porque não tinha podido recebê-lo. Imediatamente,apareceu um anjo e lhe deu a Comunhão na lingua.



Um dia Santa Lúcia Filippini foi a Pitigliano, perto de Grosseto, para inspecionar uma escola de artesanato que ela tinha fundado. Mas primeiro parou na igreja dos frades franciscanos para assistir à Santa Missa. O seu desejo de receber Jesus Eucaristia era tão grande que o Senhor quis premiá-la com um Milagre. Quando o sacerdote partiu a Hóstia Magna em duas e ia colocar um pedacinho no Cálice, justamente aquele pedacinho fugiu da sua mão, voou e foi parar na língua da futura santa. Atualmente o Santuário onde ocorreu esse Milagre é custodiado pelas Mestras Pias de Santa Lúcia Filippini.



Durante a sua permanência em Proceno, a dominicana Santa Agnese Segni ia de vez em quando sozinha até a horta do mosteiro para rezar perto de um pé de oliveira. Nas primeiras horas de uma manhã de domingo começou a rezar tão profundamente e somente depois de muitas horas se deu conta que era dia festivo e que deveria ir à missa, mas veio um Anjo do Senhor e trouxe consigo uma Hóstia imaculada e depositou-lhe a Comunhão em sua lingua. Este fato repetiu-se em outras ocasiões.



O biógrafo de Santa Clara de Montefalco faz referência a este fato nos atos do processo de canonização que “um dia Clara aproximou-se sem o véu à Comunhão, a irmã Giovanna reprendeu-a duramente dizendo: “Fora, não quero que comungues.” Escutando essas palavras Clara reparou que estava sem o véu e sentiu uma grande dor e entrando na sua cela, chorou amargamente. Mas eis que, enquanto ainda estava em lágrimas rezando, Cristo apareceu, deu-lhe um beijo e depois a Comunhão em sua lingua; isso deixou-a profundamente consolada.



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Se os céus entregam Jesus Hóstia Divina dessa forma sigamos seus exemplos e o dos santos e recebamos o Rei dos reis com um profundo sentimento e reconhecimento da Sua infinita grandeza e misericórdia.

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