Formação

A Contrição Perfeita

Livro com 35 páginas que traz belos ensinamentos evangélicos a cerca da contrição perfeita. De fácil leitura e muito recomendado em virtude de sua completa sintonia com realidades e valores tão necessários aos filhos de Deus que caminham por este vale de lágrimas:
Contrição perfeita








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A Virgindade de Maria

OBJEÇÃO: Os católicos ensinam que Maria ficou sempre virgem. Porém, em vários lugares da Bíblia (por ex. Mc 3,31-32) lemos de irmãos de Jesus. Portanto Maria devia ter outros filhos, além de Jesus!

RESPOSTA:
a) Na linguagem bíblica, “irmão” é freqüentemente usado em lugar de primo, sobrinho, tio, parente. Por ex. em Gen 13,8 Abraão diz a Ló: “Somos irmãos,” enquanto de Gen 11,27-31 consta claramente que Ló era filho de Aran irmão de Abraão, portanto seu sobrinho.

b) Também Labão, em Gen 29,15 fala a Jacó: “Por seres meu irmão, servir-me-ás de graça? Mas em Gen 27,43 e 29,10-11 Labão é declarado irmão de Rebeca, mãe de Jacó, e tio dele.
c) Os evangelistas Mateus e Marcos, (em Mt 13,55 e Mc 6,3) enumeram como “irmãos de Jesus”: Tiago, José, Judas Simão: Porém, na cena das crucificação de Jesus, João Evangelista coloca debaixo da cruz: “Sua Mãe, a irmã de sua Mãe, Maria, mulher de Cléofas, e Maria Madalena”. Enquanto Marcos acrescenta, que esta outra Maria (irmã de Maria) era mãe de Tiago, o Menor, e de José. Estes últimos eram portanto sobrinhos de Maria Santíssima, e primos de Jesus (Jo 19,25 e Mc 15,40). Ora, Judas (Tadeu) Apóstolo, declara-se, no início de sua carta apostólica (Jd 1,1) “Judas”, servo de Jesus Cristo, e irmão de Tiago”. O mesmo se dá com Simão Apóstolo.

d) Alguns “crentes” teimam tirar uma conclusão (errada!) de que Maria depois da concepção virginal do Salvador teve relações e outros filhos com José, dos três seguintes textos bíblicos;

1º Mt 1,18: “Maria, sua Mãe, estava desposada com José, antes de coabitarem, ela concebeu por virtude do Espírito Santo”.

RESPOSTA: “Antes de coabitarem” significa apenas: “Antes de morarem juntos na mesma casa”. Isso aconteceu, quando “José fez como o anjo do Senhor lhe havia mandado e recebeu em sua casa sua esposa (Maria)”(Mt 1,24).

2º Lc 2,7: “Maria deu à luz o seu filho primogênito”. EXPLICAÇÃO: É errado concluir, que devia seguir o segundo ou mais filhos. A lei mosaica exige: ”Consagrar-me-ás todo o primogênito (primeiro gerado )entre os israelitas, tanto homem como animal: ele é meu.”(Ex 13,2). Também, quando o primogênito era filho único. Um exemplo: No Egito foi encontrada uma inscrição judaica: “Arisoné entre as dores do parto morreu, ao dar à luz seu filho primogênito”.

3º Mt 1,25: (Só em algumas traduções) “José não conheceu Maria (= não teve relações com ela) até que ela desse à luz um filho (Jesus)”. EXPLICAÇÃO: Seria errado insinuar, que depois daquele “até” José devia “conhecer” Maria. “Até” na linguagem bíblica refere-se apenas ao passado. Exemplo: “Micol, filha de Saul, não teve filhos até o dia de sua morte”(II Sm 6,23).

e) Como fidelíssimo observador da Lei de Moisés, Jesus não podia, na hora de sua morte na cruz, confiar sua Mãe a João Apóstolo (Jo 19,26) mas devia tê-la confiado ao filho mais idoso dela, se ela de fato os tivesse.

f) Por isso, o Símbolo dos Apóstolos, que é mais antigo do que o Cânon dos Livros Sagrados, reza “Nasceu da Virgem Maria”. = no sentido de Sto . Agostinho: “Virgem concebeu, Virgem deu à luz, Virgem permaneceu”.

Conseqüentemente, os “irmãos”(primos, parentes) de Jesus, tão freqüentemente mencionados nos escritos do Novo testamento, nunca são chamados filhos de Maria, nem filhos de José, confirmando a tradição apostólica.

g) Até os Muçulmanos, nos seus livros sagrados, veneram a Mãe de Jesus como Virgem.

Portanto, a acusação contra a virgindade de Maria, mãe de Jesus, demonstra apenas a ignorância ou malícia dos acusadores.

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A Santa Missa de Catalina

Testemunho publicado sobre a experiência mística concedida por Deus a Catalina Rivas, missionária leiga do Coração Misericordioso de Jesus. Texto publicado com aprovação eclesiástica.
A Santa Missa de Catalina (clique aqui para conhecer a história)







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João Batista não era Elias

Acompanhem caros leitores este pequeno estudo das sagradas escrituras que refuta a doutrina espírita e confirma as palavras do nosso Deus da vida que disse que Ele não muda (Malaquias 3,6) e de que suas palavras não serão revogadas (Isaías 45,23). Em Deuteronômio 18,11 está condenada a prática do espiritismo e invocação aos mortos e, portanto, aquele que é verdade e quem o vê, vê a Deus não iria se contradizer naquilo que nos ensina uma vez que aprendemos que somos destinados a morrer uma só vez e logo em seguida vem o juízo (Hebreus 9,27):

2 Reis 2,9-11 - Tendo passado, Elias disse a Eliseu: Pede-me algo antes que eu seja arrebatado de ti: que posso eu fazer por ti? Eliseu respondeu: Seja-me concedida uma porção dobrada do teu espírito. Pedes uma coisa difícil, replicou Elias. Entretanto, se me vires quando eu for arrebatado de ti, isso te será dado: mas se não me vires, não te será dado. Continuando o seu caminho, entretidos a conversar, eis que de repente um carro de fogo com cavalos de fogo os separou um do outro, e Elias subiu ao céu num turbilhão. (vivo) Portanto, se Elias não morreu, não poderia ter “reencarnado”, como creem os espíritas. Lucas 1,17 - e irá adiante de Deus com o espírito e poder de Elias para reconduzir os corações dos pais aos filhos e os rebeldes à sabedoria dos justos, para preparar ao Senhor um povo bem disposto. Aqui fica claro que João Batista viria "com o espírito e o poder de Elias", ou seja, para continuar o ministério profético que Elias desempenhou no Antigo Testamento (e não que João Batista seria o próprio Elias).

Vejamos a resposta de João Batista quando indagado: Este foi o testemunho de João, quando os judeus lhe enviaram de Jerusalém sacerdotes e levitas para perguntar-lhe: Quem és tu?... Pois, então, quem és?, perguntaram-lhe eles. És tu Elias? Disse ele: Não o sou (João 1,19-21). Como se vê em (Mateus 14,10), quem apareceu juntamente com Moisés foi “Elias” e não João Batista. Entretanto, João Batista já havia morrido na ocasião deste evento. Portanto, se João Batista fosse a “reencarnação” de Elias, era João Batista (conforme a doutrina espírita) que deveria ter aparecido no Monte da Transfiguração e não Elias. Entretanto, como Elias não morreu pois foi levado vivo para o céu – 2Reis 2,9-11, não poderia ter "reencarnado". Em Malaquias 3,23, lemos: “Vou mandar-vos o profeta Elias, antes que venha o grande e temível dia do Senhor,”. Também, com base nesta passagem, os espíritas alegam que João Batista foi a “reencarnação” de Elias. Porém, João Batista veio, com qualidades semelhantes às de Elias, e cumpriu seu ministério. No Livro do Apocalipse vemos que Elias retornará (juntamente com Moisés, sendo eles “as duas testemunhas”), apenas no período da Grande Tribulação, "o grande e temível dia do Senhor" (tal como foi antevisto pelos discípulos, no Monte da Transfiguração, conforme Mateus 17,1), para anunciar o evangelho a todas as nações, antes que venha o fim: “Mas incumbirei às minhas duas testemunhas, vestidas de saco, de profetizarem por mil duzentos e sessenta dias” (Ap 11,3). Há quem defenda que Jesus "afirmou" que Elias já tinha vindo. Isso baseado numa passagem isolada, ótimo recurso para se formular teorias: Disse Jesus: "E, se quereis compreender, é ele o Elias que devia voltar.". (Mateus 11,14) Uma vez que Elias não passou pela morte física, João foi "Elias" apenas no sentido de ter o mesmo tipo de "espírito" (isto é, de ministério, de trabalho, de atitudes, etc.). É como se diz na gíria popular: espírito empreendedor, espírito de artista, etc. Pois bem, João é Elias apenas em sentido figurado, pois o Elias literal, que nunca morreu e que está dentro do céu em corpo e alma (2 Reis 2,9-11), ainda está sendo esperado para vir.

Por isso é sempre necessário lermos alguns capítulos da Bíblia, antes ou depois, dos versículos que causam dúvidas ou parecem ser "contraditórios". É preciso ler o contexto das coisas. Vamos adiante: "Respondeu-lhes: Elias deve voltar primeiro e restabelecer tudo em ordem." (Marcos 9,12) Em Marcos, capítulo 9, vemos a transfiguração de Jesus e o aparecimento de Moisés e Elias (Marcos 9,4). Depois, em Marcos 9,11, os discípulos perguntam a Jesus "Por que dizem os fariseus e os escribas que primeiro deve voltar Elias?" "Respondeu-lhes: Elias deve voltar primeiro e restabelecer tudo em ordem." (Marcos 9,12) Jesus Cristo disse, aqui em Marcos 9,12, que Elias ainda virá. Entretanto, João Batista já tinha vindo (Marcos 1) e morrido (Mateus 14,10) na ocasião deste evento. Ou seja, Elias virá (juntamente com Moisés), somente na época em que antecederá a segunda vinda de Jesus Cristo, no período da Grande tribulação (o grande e temível dia do Senhor).

fonte: estudos bíblicos
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Antigo ou Novo Testamento, qual obedecer?


Tema que sempre gera confusão é a questão da nossa obediência a palavra de Deus, contida tanto no novo quanto no antigo testamento. Seguimos um deles? Seguimos os dois? O que fazer? Vamos jogar um pouco de luz nesta questão para que possamos ser cristãos felizes e não termos sentimentos de culpa ou ansiedade ou tensão por, quem sabe, estarmos desagradando a Deus agindo ao contrário do que ele espera de nós.

Primeiramente podemos entender que uma leitura atenta da palavra nos mostra que, o antigo testamento, que traz a história do povo de Israel, prefigura todo o projeto e plano de salvação de Deus para a humanidade. Por sua condução ele vai administrando suas “regras” para a humanidade em diferentes épocas e contextos. É o caminho para se chegar a meta. Portanto é assim de fácil compreensão que não se deve seguir ao pé da letra o conteúdo do antigo testamento e sim, seguir o que tem a ensinar. Vamos a um exemplo entre tantos que existem nos livros sagrados para uma melhor compreensão.

Deuteronômio 21, 18-21 - Se um homem tiver um filho indócil e rebelde, que não atenda às ordens de seu pai nem de sua mãe, permanecendo insensível às suas correções, seu pai e sua mãe tomá-lo-ão e o levarão aos anciãos da cidade à porta da localidade onde habitam, e lhes dirão: este nosso filho é indócil e rebelde; não nos ouve, e vive na embriaguez e na dissolução. Então, todos os homens da cidade o apedrejarão até que ele morra. Assim, tirarás o mal do meio de ti, e todo o Israel, ao sabê-lo, será possuído de temor.

Com este trecho das sagradas escrituras, percebemos facilmente que não é assim nos dias de hoje. A lição para nós é de que, como membros do corpo de Cristo, é preciso nos envolvermos com a igreja, sua esposa, para buscarmos a solução que, por condução do Espírito Paráclito, vem até nós por vontade do Pai. Vejamos a questão sob o olhar do novo testamento.

Mateus 18,15-17 - Se teu irmão tiver pecado contra ti, vai e repreende-o entre ti e ele somente; se te ouvir, terás ganho teu irmão. Se não te escutar, toma contigo uma ou duas pessoas, a fim de que toda a questão se resolva pela decisão de duas ou três testemunhas. Se recusa ouvi-los, dize-o à Igreja. E se recusar ouvir também a Igreja, seja ele para ti como um pagão e um publicano.

Percebemos que tanto no antigo testamento quanto no novo testamento, aquele que é desobediente, não está vivendo de acordo com a vontade de Deus e assim o quer, conscientemente ou seja; está com o coração endurecido, este, como disse Jesus é o ramo que não produz frutos e será atirado ao fogo do inferno.

Continuando, vemos no novo testamento (em Gálatas e em Hebreus) que, o resultado da lei foi que o homem ficou sob uma maldição, porque mostrava que os homens eram pecadores, porém ela não podia remover completamente a culpa. Isto é confrontado com a salvação pela fé em Cristo, sob o evangelho. A lei foi um tutor para nos conduzir a Cristo. Mas, agora que a fé em Cristo chegou, não estamos mais debaixo do tutor. Estar "debaixo" de uma lei significa estar sujeito a ela ou sob a obrigação de obedecê-la. Assim também aprendemos em 1ª Coríntios 9:20,21; Mateus 8:9 e Romanos 3:19. Não estamos só libertados da condenação da lei, mas estamos livres da própria lei, que foi o tutor.

Ainda como vemos em Gálatas, desde que não estamos mais sob a lei, a circuncisão não importa mais. Aqueles que seguem a velha lei estão submetidos a um jugo de escravidão, Cristo não lhes aproveita em nada e não é de nenhum efeito para eles. Eles estão decaídos da graça.

Em Efésios 2,12-16 vemos que antigamente, os gentios eram separados do relacionamento da aliança, gozado pelos israelitas. Por meio de sua morte, Jesus fez a paz entre os judeus e os gentios. Mas, para fazer isto, Jesus teve que abolir a lei dos mandamentos, que era uma parede da separação entre judeu e gentio. Ela tinha sido dada só aos judeus e, assim, representava sua posição favorecida. Para conceder favor aos homens de todas as nações, Deus teve que remover a lei como podemos aprender em, por exemplo, em Gálatas 3:28; Atos 10:34,35 e Mateus 28:19. Se colocarmos o Velho Testamento, hoje, em vigor novamente, estaremos construindo de novo a parede da separação, para cuja destruição Jesus morreu. Estaremos tentando derrotar a morte de Cristo!

E assim fica claro que é preciso, à luz do Espírito Santo, compreendermos e aprendermos o que Deus tem a nos ensinar em toda a bíblia, sem excluir o contexto histórico, suas particularidades e decisões que o próprio Deus tomou no decurso de seu plano de salvação da humanidade. E neste curso de salvação, na plenitude dos tempos, Ele enviou o seu filho que não veio abolir a lei, mas dar pleno cumprimento dela e nos trazer o evangelho. Nós somos a religião de uma pessoa: Jesus e seu evangelho. A Nova Aliança é um sistema melhor, tendo uma melhor esperança, e construída sobre melhores promessas (Hebreus 7:22; 8:6; 9:23; 7:19). Não se embarasse novamente na servidão da Velha Lei.

fonte: estudos bíblicos
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Credo Niceno-Constantinopolitano


O Símbolo denominado niceno-constantinopolitano tem sua grande autoridade no fato de ter resultado dos dois primeiros Concílios ecumênicos (325 e 381). Ainda hoje ele é comum a todas as grandes Igrejas do Oriente e do Ocidente.”(CIC§ 195)

O Credo Niceno-Constantinopolitano ou Símbolo Niceno-Constantinopolitano, é uma declaração de fé cristã que é aceita pela Igreja Católica e pela Igreja Ortodoxa. O nome está relacionado com o Primeiro Concílio de Niceia (325), no qual foi adotado, e com o Primeiro Concílio de Constantinopla (381), onde foi aceita uma versão revista. Por esse motivo, ele pode ser referido especificamente como o Credo Niceno-Constantinopolitano para o distinguir tanto da versão de 325 como de versões posteriores que incluem a cláusula filioque. Houve vários outros credos elaborados em reação a doutrinas que apareceram posteriormente como heresias, mas este, na sua revisão de 381, foi o último em que as comunhões católica e ortodoxa conseguiram concordar em todos os pontos.

A principal razão para a convocação do Primeiro Concílio Ecumênico foi o surgimento e fortalecimento do falso ensino do presbítero alexandrino Ário. A teoria básica deste falso ensino dos arianos é "que o Filho de Deus fora criado, que Sua existência teve um começo”. Já o Segundo Concílio Ecumênico condenou o falso ensino dos denominados Pneumatomacos (ou, adversários do Espírito) cujo principal representante foi Macedônio, Arcebispo de Constantinopla.

Este considerava o Espírito Santo como um servo de Deus e cumpridor de Sua vontade, em algo próximo de como se considera os Anjos. Daí que esta heresia não reconhecia O Espírito Santo como uma hipóstase (Pessoa) da Santíssima Trindade. A Santa Igreja exerceu posição firme para proteger a pureza da doutrina e fé ortodoxa, estabelecendo as verdades básicas da doutrina cristã preservadas no Credo, que é um guia constante para todos os cristãos ortodoxos em sua vida espiritual.

O Credo está dividido em doze partes, das quais sete foram formuladas no Primeiro Concílio Ecumênico, e as outras cinco no Segundo.

Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso,
Criador do céu e da terra,
de todas as coisas visíveis e invisíveis.
Creio em um só Senhor, Jesus Cristo,
Filho Unigênito de Deus,
nascido do Pai antes de todos os séculos:
Deus de Deus, luz da luz,
Deus verdadeiro de Deus verdadeiro,
gerado não criado,
consubstancial ao Pai.
Por Ele todas as coisas foram feitas.
E, por nós, homens, e para a nossa salvação,
desceu dos céus:
e encarnou pelo Espírito Santo,
no seio da Virgem Maria,
e se fez homem.
Também por nós foi crucificado
sob Pôncio Pilatos;
padeceu e foi sepultado.
Ressuscitou ao terceiro dia,
conforme as escrituras;
E subiu aos céus,
onde está sentado à direita do Pai.
E de novo há de vir, em sua glória,
para julgar os vivos e os mortos;
e o seu reino não terá fim.
Creio no Espírito Santo,
Senhor que dá a vida,
e procede do Pai;
e com o Pai e o Filho
é adorado e glorificado:
Ele que falou pelos profetas.
Creio na Igreja una, santa,
católica e apostólica.
Professo um só batismo
para remissão dos pecados.
Espero a ressurreição dos mortos;
E a vida do mundo que há de vir.
Amém.

fonte: o leigo católico
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O Segredo Rosário


Livro com 99 páginas escrito por São Luiz Maria Grignion de Monfort com uma bela catequese sobre essa maravilhosa oração e devoção.

O Segredo do Rosário (clique aqui para ler o livro)








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Sermões sobre o Pai Nosso e a oração angelical


Livro com 65 páginas com uma profunda meditação e reflexão sobre estas duas orações relatadas através dos ensinamentos deste doutor da igreja.

Sermões de São Tomás de Aquino (clique aqui para ler o livro)








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Ensinamentos Doutrinários sobre a Castidade

Livro com 21 páginas que trata sobre a virtude da castidade escrito por Santo Afonso Maria de Ligório.

Tratado da Castidade(clique aqui para ler o livro)









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Poema de Santa Terezinha sobre o dia de HOJE

O meu canto de hoje - Santa Teresinha do Menino Jesus

1. A minha vida é um só instante, uma hora passageira
A minha vida é um só dia que me escapa e me foge
Tu sabes, ó meu Deus! Para amar-Te na terra
Só tenho o dia de hoje!…

2. Oh! Amo-Te, Jesus! A minha alma por Ti suspira
Sê por um só dia o meu doce apoio.
Vem reinar no meu coração, dá-me o teu sorriso
Somente por hoje!

3. Que me importa, Senhor, se o futuro é sombrio?
Nada posso pedir-Te, oh não, para amanhã!…
Conserva-me o coração puro, cobre-me com a tua sombra
Somente por hoje.

4. Se penso em amanhã, temo a minha inconstância
Sinto nascer em mim a tristeza e o desgosto.
Mas aceito, meu Deus, a prova, o sofrimento
Somente por hoje.

5. Quero ver-Te em breve nas margens eternas
Ó Divino Piloto! Cuja mão me conduz.
Nas ondas alterosas guia em paz a minha barca
Somente por hoje.

6. Ah! Deixa-me, Senhor, esconder na tua Face,
Onde já não ouvirei o ruído vão do mundo
Dá-me o teu amor, conserva-me na tua graça
Somente por hoje.

7. Junto do teu Coração divino, esqueço tudo o que passa
Já não receio os pavores da noite
Ah! Dá-me, Jesus, um lugar nesse Coração
Somente por hoje.

8. Pão vivo, Pão do Céu, divina Eucaristia
Ó Mistério sagrado! que o Amor produziu…
Vem habitar no meu coração, Jesus, minha Hóstia branca
Somente por hoje.

9. Digna-Te unir-me a Ti, Vinha Santa e sagrada
E a minha frágil vergôntea dar-Te-á o seu fruto
E poderei oferecer-Te um cacho dourado
Senhor, desde hoje.

10. Este cacho de amor, cujos bagos são almas
Para o formar só tenho este dia que foge
Ah! dá-me, Jesus, o ardor de um Apóstolo
Somente por hoje.

11. Ó Virgem Imaculada! Tu és a Doce estrela
Que me dás Jesus e me unes a Ele.
Ó Mãe! Deixa-me repousar sob o teu manto
Somente por hoje.

12. Santo Anjo da Guarda, cobre-me com as tuas asas
Ilumina com a tua luz o caminho que eu sigo
Vem dirigir-me os passos… ajuda-me, por ti chamo
Somente por hoje.

13. Senhor, eu quero ver-Te, sem véu, sem nuvem,
Mas ainda exilada, longe de Ti, desfaleço
Que o teu adorável rosto de mim seja escondido
Somente por hoje.

14. Voarei em breve para cantar os teus louvores
Quando o dia sem ocaso brilhar sobre a minha alma
Então eu cantarei com a lira dos Anjos
O Eterno Hoje!…

fonte: cordasursu

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Biblia - Palavra de Deus


É fundamental que nós, católicos, compreendamos que a Palavra de Deus, em sentido pleno, é Nosso Senhor Jesus Cristo, o Verbo Encarnado.
Depois disto, num nível diferente (em grau de perfeição), podemos chamar também "Palavra de Deus" às Sagradas Escrituras (Bíblia), e à Tradição Apostólica, como atesta a própria Bíblia (2Ts 2,15; 3,6). Num outro sentido, a Palavra de Deus também se faz "ouvir" (por assim dizer) no Magistério da Igreja divinamente instituída (Mt 16,18). A Igreja, sendo Corpo de Cristo, é a continuação histórica do Cristo na Terra, e é por isso que aqueles que perseguem a Igreja perseguem o próprio Jesus Cristo, como revelou o Senhor mesmo a S. Paulo no caminho para Damasco (At 9,4ss). E como a Igreja se identifica assim tão intimamente com o seu Fundador, – Jesus, que é Deus, – também a palavra da Igreja, por meio do sagrado Magistério, é Palavra de Deus.

Sendo assim, a Bíblia é Palavra de Deus por escrito. Logo, não está errado dizer que a Bíblia é Palavra de Deus, mas está errado dizer que a Bíblia é "A" Palavra de Deus, insinuando um sentido absoluto, como se o Livro sagrado só e isoladamente pudesse conter tudo o que Deus Todo-Poderoso tem a nos dizer e instruir. A Bíblia, ela mesma, diz que a Escritura é útil para instruir, mas não diz que somente a Escritura, isolada e exclusivamente, é a nossa única regra de fé e prática. Ao contrário, as Escrituras declaram categoricamente que é a Igreja "a coluna e o sustentáculo da Verdade" para o cristão (1Tm 3,15). – A Bíblia foi produzida pela Igreja, e não o contrário. Assim, devemos recorrer à Igreja para entender e interpretar a Bíblia, não o contrário.

A Palavra de Deus escrita precisa ser interpretada à luz da Igreja. Se não fosse assim, cairíamos no caos completo, como aconteceu com o protestantismo: hoje existem dezenas de milhares de denominações ditas protestantes/"evangélicas", e cada uma delas prega "uma verdade" diferente da outra, porque cada "pastor", "ancião" ou "reverendo" interpreta a Bíblia "do seu jeito" particular, – algo que está proibido na própria Bíblia (2Pd 1,20).

A Sagrada Bíblia precisa ser lida à luz da fé da Igreja de Cristo, e entendida como um conjunto coeso e coerente de textos, em que uma passagem não pode contradizer outra. Todos os livros do Novo Testamento são unânimes e insistentes em afirmar a importância de se manter a ortodoxia da fé. Poderia uma passagem isolada afirmar que basta um grupo se reunir "em Nome de Jesus" para que Jesus estivesse com eles, no sentido de que sua doutrina fosse autêntica?

É evidente que não pois um texto fora do contexto vira um pretexto.

fonte: o fiel católico

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Esclarecimentos sobre a Oração


A oração infalível
QUE GARANTIA PODEMOS ter de que Deus vai ouvir às nossas súplicas? Que a perseverança na oração é importante já sabemos, porque os Evangelhos insistem nisso. Lucas narra a parábola do vizinho inoportuno, que bate à porta em plena noite para pedir pães. Tanto insiste que o outro, para se ver livre dele, acaba por atendê-lo (Lc 11,5-8).

No Evangelho de Mateus (15) encontramos a mulher cananeia que pede e insiste até ser atendida, chegando a se comparar aos cães que se alimentam das migalhas que caem da mesa dos donos.

Tais passagens mostram não só a importância de nos aproximarmos de Deus, mas de persistirmos nos pedidos. Precisamos, entretanto, eliminar a ideia de que a perseverança é necessária para “dobrar o Coração de Deus”. Não se trata disso. Ao contrário, precisamos persistir e insistir porque o nosso coração é que não se dobra com facilidade.

Neste estudo, examinaremos as características da oração infalível, isto é, como rezar tendo certeza de que seremos atendidos. Em determinadas situações, não adianta ficar como que “dando murro em ponta de faca”, como se diz popularmente. Insistir do jeito errado é persistir num engano. Existem fundamentos, características próprias que tornam uma oração infalível, que foram dadas pela Graça a todo aquele que crê.

Estamos diante de algo que as pessoas sempre procuraram, talvez mais do que a própria salvação de suas almas, – o que é lamentável. – Assim como Esaú trocou a benção paterna e divina, com os direitos de filho herdeiro, por um prato de lentilhas (Gn 25,29-34), muitos preferem prazeres e posses materiais à vida eterna. Vemos anúncios de supostas “orações de poder” e “novenas milagrosas” de todo tipo. Em praticamente toda igreja encontramos folhetos com as mais variadas (algumas absurdas) devoções a santos “de causas impossíveis”, que no imaginário popular seriam como que agentes infalíveis para dar tudo que pedirmos. Alguns contém até ameaças àqueles que “quebrarem a corrente”! Tais pessoas não imaginam como se afastam de Nosso Salvador, dando voltas em torno da Fonte ao invés de beber direto do inesgotável Rio de Água Viva. Pois foi Ele mesmo Quem nos prometeu que estaria conosco todos os dias, até o fim do mundo.


Já entre os ditos “evangélicos”, é comum o uso da passagem de João (13,13-14) como uma espécie de muleta verbal para toda e qualquer situação: em praticamente tudo o que dizem, acrescentam ao final da frase o complemento “em nome de Jesus”. A dona de casa diz que vai preparar o almoço de hoje “em nome de Jesus!”. O vendedor diz que vai cumprir sua meta mensal “em nome de Jesus!”. A filha diz que vai tirar um “A “na prova de matemática “em nome de Jesus!”... Qualquer afirmação, sobre qualquer assunto, é seguida de uma invocação ao nome do Senhor, mesmo que seja uma fofoca sobre a vida do vizinho, por exemplo, e até para contar ou rir de uma piada, muitos deles finalizam com um inevitável e impensado “em nome de Jesus”. Foi filmado e noticiado, há alguns anos, que até os deputados corruptos da “bancada ‘evangélica’” andaram agradecendo pela roubalheira “em nome de Jesus!”...

Interessante é que, agindo assim, não percebem que desobedecem ao Segundo Mandamento: “Não tomareis o Santo Nome do SENHOR, vosso Deus, em vão”. – O Nome de Deus não é amuleto para ser usado como garantia de sucesso em tudo o que se faz, como se Ele fosse atender a todos os nossos caprichos só por pronunciarmos o seu Nome.

Existe, porém, como dissemos, uma oração que é sempre infalível. – Deixando de lado as interpretações equivocadas das Sagradas Escrituras, é importantíssimo saber que existe, sim, um jeito de pedir a Deus infalivelmente. O Santo Evangelho mesmo nos dá esta garantia. Em Mateus (7,7-8), o Cristo diz: “Pedi e se vos dará, buscai e achareis, batei e vos será aberto...”, e, um pouco mais adiante, reafirma: “Tudo o que pedirdes com fé, na oração, vós o alcançareis”. – No seu discurso de despedida, no Evangelho de João, Jesus volta a insistir: “Tudo o que pedirdes ao Pai, em meu Nome, vo-lo farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Tudo o que pedirdes em meu Nome, vo-lo darei” (14,13-14). E mais uma vez: “Se permanecerdes em Mim e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito” (Jo 15,7).

Diz ainda mais o Salvador: “Naquele dia não me perguntareis mais coisa alguma. Em verdade, em verdade vos digo: o que pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo dará. (...) Pedi e recebereis, para que a vossa alegria seja perfeita” (Jo 16,23-24).

Nosso Senhor promete, garante que realmente existe uma infalibilidade para a oração do cristão que tem fé. Por outro lado, Tiago Apóstolo diz em sua Epístola: “Pedis e não recebeis, porque pedis mal...” (Tg 4,3). Por quê isto?

O grande problema é que, se por um lado temos uma evidência de fé, registrada nas Sagradas Escrituras, por outro temos a refutação que vem dos simples fatos. Ora, é inegável que muitas vezes pedimos e não recebemos, procuramos e não encontramos, batemos à porta e ela não se abre. Fica então evidente que há um modo certo de pedir; que se soubermos pedir, se conhecermos a forma da “oração infalível”, então seremos sempre atendidos.


A fórmula da oração infalível: as quatro exigências
Sendo assim, como é que podemos ter essa garantia, dada pelo próprio Senhor, de que nossa oração será infalivelmente atendida, afinal? Muitos católicos não sabem que Santo Tomás de Aquino já desvendou e esclareceu bem essa pergunta, na segunda seção da segunda parte da Suma Teológica (q. 83, art. 15), onde, num resumo precioso, diz o seguinte: “Quatro são as condições exigidas, simultaneamente, para que sempre se receba o que se pediu na oração”. São, portanto, quatro exigências, quatro requisitos, quatro características da oração que é atendida sempre, e que precisam estar igualmente presentes em nossas súplicas para que sejam infalivelmente atendidas, conforme a Promessa de Nosso Senhor. – Se falta uma, não há esta garantia divina. Quais são estas quatro exigências? Eis a lista desenvolvida por Santo Tomás:

1. Que se peça para si;

2. Que se peçam coisas necessárias à salvação;

3. Que se peça piedosamente;

4. Que se peça com perseverança.

O último item trata do que falamos no início e que consta do Evangelho de Lucas (11,5-8; 18,1-8): a perseverança. Ocorre, porém, que às vezes perseveramos em pedidos errados, e não somos atendidos. Por isso cada ponto da lista é importante. Cada um se liga ao outro, e juntos formam um conjunto coeso.

Assim, Santo Tomás diz que, em primeiro lugar, sua oração será atendida infalivelmente se você pedir para si mesmo. Esta exigência pode em princípio surpreender; alguns poderão ver aí uma aparência de egoísmo, tão contrário a tudo que Jesus pregou. Mas não se trata disso. Deus nos abençoa conforme a nossa disposição, entrega, desejo sincero e fé. Isto é, Deus quer derramar sua Graça sobre nós, e quer derramá-la abundantemente, mas é preciso que estejamos dispostos.

Quando pedimos pelo outro (e devemos fazê-lo), não temos a garantia de que a oração será atendida, porque Deus respeita a nossa liberdade. Nem sempre adianta rezar por uma pessoa que não está aberta ou disposta para receber a Graça. Podemos e devemos pedir pelo nosso próximo, e Deus pode nos atender por sua infinita Misericórdia. Mas esta não é uma oração infalível, porque a Graça depende, em parte, daquele que a recebe, e nós não podemos nos comprometer pelo outro, já que não podemos interferir na sua liberdade.

Quando pedimos para nós mesmos, entretanto, podemos nos comprometer, e assim estaremos inseridos em uma das condições necessárias para que sejamos atendidos infalivelmente conforme a Promessa de Nosso Senhor.

A segunda condição é que você precisa pedir coisas necessárias à sua salvação, o que por sua vez vai auxiliar na salvação dos outros. Se pedimos algo como uma cura, o fim de uma dificuldade ou que uma dívida seja sanada, por exemplo, não temos necessariamente a garantia divina para estas orações, porque nada disso é intrinsecamente necessário à nossa salvação.

Deus pode nos atender, – e sabemos o quanto nos atende, – se pedirmos com fé mesmo algo que não se enquadre nesta segunda exigência. Mas nós só podemos ter a plena certeza de que seremos atendidos quando pedimos coisas necessárias à salvação de nossas almas.

Assim, por exemplo, você pode pedir pelas virtudes; por uma graça que fortaleça o seu espírito para seguir Jesus; pode pedir por fortaleza ou prudência para não cair em pecado; pode pedir a graça de não morrer em pecado grave; pode pedir a libertação de determinada tentação... Coisas como essas, quem pedir receberá infalivelmente, desde que o pedido se enquadre também nas outras três condições.
A terceira condição é pedir piedosamente. O que é uma oração piedosa? Em primeiro lugar, é uma oração humilde. A Epístola de Tiago cita um versículo do Livro dos Provérbios, onde está escrito: “Deus resiste aos soberbos mas dá sua Graça aos humildes (Tg 4,6 cit. Pr 3,34)”.

A oração piedosa é humilde; é aquela em que você se põe diante de Deus suplicante, “como um mendigo”. Você não se apresenta diante do SENHOR como alguém que está ali “exigindo os seus direitos” ou algo parecido, com arrogância e sem temor. É preciso saber reconhecer a sua incapacidade, e, ao mesmo tempo, o Poder e a Grandeza de DEUS.

Além disso, a oração piedosa é feita com firme confiança: “Peça com fé, sem nenhuma vacilação, porque o homem que vacila assemelha-se à onda do mar, levantada pelo vento e agitada de um lado para o outro. Não pense, portanto, tal homem que alcançará alguma coisa do SENHOR, pois é um homem irresoluto, inconstante em todo o seu proceder. Mas que os irmãos humildes se gloriem de sua elevação” (Tg 1,6-9).


A oração piedosa é, portanto, confiante. Interessante notar, neste ponto, que o próprio Senhor Jesus Cristo, por diversas vezes, antes de conceder alguma graça, perguntava antes a quem lhe pedia se confiava nEle, como vemos na passagem de Mateus: “E, partindo Jesus dali, seguiram-no dois cegos, clamando, e dizendo: ‘Tem compaixão de nós, filho de Davi!’. E, quando chegou à casa, os cegos se aproximaram dele; e Jesus disse-lhes: ‘Credes vós que eu possa fazer isto?’; disseram-lhe eles: ‘Sim, Senhor!’. Tocou então os olhos deles, dizendo: ‘Seja-vos feito segundo a vossa fé’. E os olhos se lhes abriram” (Mt 9,27-30). – Os cegos confiaram e, por confiarem, foram atendidos. Pedir crendo, sem vacilação: eis aí a segunda exigência.

A terceira característica da oração piedosa é pedir em Nome do Cristo. Por isso as orações litúrgicas quase sempre se encerram igualmente: “Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho...” – Em Nome do Senhor, nossa oração é piedosa (a oração e não tudo que dizemos, pois não queremos tomar o Nome de Deus em vão).

Por fim, para que uma oração seja piedosa, precisa ser feita com atenção. Quando pedimos displicentemente, sem atenção ao que dizemos, há uma irreverência que não cabe quando nos dirigimos ao Criador.

Sobre a quarta e última exigência da oração infalível, a perseverança, falamos no início, no exemplo do vizinho inoportuno, da viúva e do juiz, da mulher cananeia... E podemos usar também o exemplo direto do próprio Jesus: o capítulo 6 do Evangelho de Lucas, por exemplo, narra como Jesus passou a noite orando a Deus Pai. No Horto das Oliveiras, antes de se entregar em Sacrifício, deu o exemplo de perseverança, cheio de angústia e pedindo com insistência.

No Evangelho segundo Marcos, vemos como o Cristo rezava antes de Judas o trair: “E, afastando-se de novo, orava dizendo novamente a mesma coisa...” (Mc 14, 39). O Deus feito homem insistia e persistia em sua súplica.

Temos, assim, quatro exigências, quatro características básicas da oração que é sempre infalível. Se a sua oração possuir estas quatro, será atendida. Não ponha a sua confiança em “orações de poder” ou “novenas infalíveis”, nem pense que a intercessão de algum santo de “causas impossíveis” vai fazer com que você receba o que pede. Sem essas quatro condições, seu pedido poderá ser atendido, sim, pela Misericórdia de Deus, que é infinita; mas a sua oração não se enquadrará na Promessa infalível de Nosso Senhor Jesus Cristo.

fonte: o fiel católico

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A estrutura histórica da bíblia


Demoraram alguns séculos para que a Igreja Católica chegasse à forma final da Bíblia, com os 72 livros como temos hoje. Em vários Concílios, ao longo da história, a Igreja, assistida pelo Espírito Santo (cf. Jo 16,12-13) estudou e definiu o Índice (cânon) da Bíblia; uma vez que nenhum de seus livros traz o seu Índice. Foi a Igreja Católica quem berçou a Bíblia. Garante-nos o Catecismo da Igreja e o Concílio Vaticano II que: “Foi a Tradição apostólica que fez a Igreja discernir que escritos deviam ser enumerados na lista dos Livros Sagrados” (Dei Verbum 8; CIC,120). Portanto, sem a Tradição da Igreja não teríamos a Bíblia. Santo Agostinho dizia: “Eu não acreditaria no Evangelho, se a isso não me levasse a autoridade da Igreja Católica” (CIC,119).

Por que a Bíblia católica é diferente da protestante? Esta tem apenas 66 livros porque Lutero e, principalmente os seus seguidores, rejeitaram os livros de Tobias, Judite, Sabedoria, Baruc, Eclesiástico (ou Sirácida), 1 e 2 Macabeus, além de Ester 10,4-16; Daniel 3,20-24; 13-14.

A razão disso vem de longe. No ano 100 da era cristã, os rabinos judeus se reuniram no Sínodo de Jâmnia (ou Jabnes), no sul da Palestina, a fim de definir a Bíblia Judaica. Isto porque nesta época começavam a surgir o Novo Testamento com os Evangelhos e as cartas dos Apóstolos, que os judeus não aceitaram. Nesse Sínodo, os rabinos definiram como critérios para aceitar que um livro fizesse parte da Bíblia, o seguinte:

(1) Deveria ter sido escrito na Terra Santa;
(2) Escrito somente em hebraico, nem aramaico e nem grego;
(3) Escrito antes de Esdras (455-428 a.C.);
(4) Sem contradição com a Torá ou lei de Moisés.

Esses critérios eram puramente nacionalistas, mais do que religiosos, fruto do retorno do exílio da Babilônia em 537aC. Por esses critérios não foram aceitos na Bíblia judaica da Palestina os livros que hoje não constam na Bíblia protestante, citados anteriomente. Mas a Igreja católica, desde os Apóstolos, usou a Bíblia completa.

Em Alexandria no Egito, cerca de 200 anos antes de Cristo, já havia uma influente colônia de judeus, vivendo em terra estrangeira e falando o grego. O rei do Egito, Ptolomeu, queria ter todos os livros conhecidos na famosa biblioteca de Alexandria; então mandou buscar 70 sábios judeus, rabinos, para traduzirem os Livros Sagrados hebraicos para o grego, entre os anos 250 e 100 a.C, antes do Sínodo de Jâmnia (100 d.C). Surgiu, assim, a versão grega chamada Alexandrina ou dos Setenta, que a Igreja Católica sempre seguiu. Essa versão dos Setenta, incluiu os livros que os judeus de Jâmnia, por critérios nacionalistas, rejeitaram. Havia, dessa forma, no início do Cristianismo, duas Bíblias judaicas: a da Palestina (restrita) e a Alexandrina (completa – Versão dos LXX). Os Apóstolos e Evangelistas optaram pela Bíblia completa dos Setenta (Alexandrina), considerando inspirados (canônicos) os livros rejeitados em Jâmnia. Ao escreverem o Novo Testamento, utilizaram o Antigo Testamento, na forma da tradução grega de Alexandria, mesmo quando esta era diferente do texto hebraico. O texto grego “dos Setenta” tornou-se comum entre os cristãos; e portanto, o cânon completo, incluindo os sete livros e os fragmentos de Ester e Daniel, passaram para o uso dos cristãos.

Das 350 citações do Antigo Testamento que há no Novo, 300 são tiradas da Versão dos Setenta, o que mostra o uso da Bíblia completa pelos Apóstolos. Verificamos também que nos livros do Novo Testamento há citações dos livros que os judeus nacionalistas da Palestina rejeitaram.

Por exemplo:
Rom 1,16-25 se refere a Sb 13,1-9;
Rom 13,1 a Sb 6,3;
Mt 27,43 a Sb 2, 13.18;
Tg 1,19 a Eclo 5,11-13;
Mt 11,29-30 a Eclo 51,23-30;
Hb 11,34 a 2 Mac 6,18-31; 7;
Ap 8,2 a Tb 12,15.

Nos séculos II a IV, houve dúvidas na Igreja sobre os sete livros por causa da dificuldade do diálogo com os judeus. Mas a Igreja, ficou com a Bíblia completa da Versão dos Setenta, incluindo os sete livros. Após a Reforma Protestante, Lutero e seus seguidores rejeitaram os sete livros já citados. É importante saber também que muitos outros livros, que todos os cristãos têm como canônicos, não são citados nem mesmo implicitamente no Novo Testamento. Por exemplo: Eclesiastes, Ester, Cântico dos Cânticos, Esdras, Neemias, Abdias, Naum, Rute. Outro fato importantíssimo é que nos mais antigos escritos dos santos Padres da Igreja (patrística) os livros rejeitados pelos protestantes (deuterocanônicos) são citados como Sagrada Escritura.

Assim, São Clemente de Roma, o quarto Papa da Igreja, no ano de 95 escreveu a Carta aos Coríntios, citando Judite, Sabedoria, fragmentos de Daniel, Tobias e Eclesiástico; livros rejeitados pelos protestantes. Ora, será que o Papa S. Clemente se enganou, e com ele a Igreja? É claro que não.
Da mesma forma, o conhecido Pastor de Hermas, no ano 140, faz amplo uso de Eclesiástico, e de Macabeus II;
Santo Hipólito (†234), comenta o Livro de Daniel com os fragmentos deuterocanônicos rejeitados pelos protestantes, e cita como Sagrada Escritura Sabedoria, Baruc, Tobias, 1 e 2 Macabeus. Fica assim, muito claro, que a Sagrada Tradição da Igreja e o Sagrado Magistério sempre confirmaram os livros deuterocanônicos como inspirados pelo Espírito Santo.

Vários Concílios confirmaram isto: os Concílios regionais de Hipona (ano 393); Cartago II (397), Cartago IV (419), Trulos (692). Principalmente os Concílios ecumênicos de Florença (1442), Trento (1546) e Vaticano I (1870) confirmaram a escolha. No século XVI, Martinho Lutero (1483-1546) para contestar a Igreja, e para facilitar a defesa das suas teses, adotou o cânon da Palestina e deixou de lado os sete livros conhecidos, com os fragmentos de Ester e Daniel. Lutero, quando estava preso em Wittenberg, ao traduzir a Bíblia do latim para o alemão, traduziu também os sete livros (deuterocanônicos) na sua edição de 1534, e as Sociedades Biblícas protestantes, até o século XIX incluíam os sete livros nas edições da Bíblia.

Neste fato fundamental para a vida da Igreja (a Bíblia completa) vemos a importância da Tradição da Igreja, que nos legou a Bíblia como a temos hoje. Disse o último Concílio: “Pela Tradição torna-se conhecido à Igreja o Cânon completo dos livros sagrados e as próprias Sagradas Escrituras são nelas cada vez mais profundamente compreendidas e se fazem sem cessar, atuantes.” (DV,8). Se negarmos o valor indispensável da Igreja Católica e de sua Sagrada Tradição, negaremos a autenticidade da própria Bíblia. Note que os seguidores de Lutero não acrescentaram nenhum livro na Bíblia, o que mostra que aceitaram o discernimento da Igreja Católica desde o primeiro século ao definir o Índice da Bíblia. É interessante notar que o Papa São Dâmaso (366-384), no século IV, pediu a S.Jerônimo que fizesse uma revisão das muitas traduções latinas que havia da Bíblia, o que gerava certas confusões entre os cristãos. São Jerônimo revisou o texto grego do Novo Testamento e traduziu do hebraico o Antigo Testamento, dando origem ao texto latino chamado de Vulgata, usado até hoje.

fonte: canção nova

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A assistência de Maria aos pecadores


São Boaventura anima os pecadores nestes termos:

Que deves fazer, se por causa de teus pecados temes a vingança de Deus? Vai, recorre a Maria, que é a esperança dos pecadores.

Estás, porém, receoso de que Ela não queira tomar tua defesa? Pois então fica sabendo que é impossível uma tal repulsa; pois o próprio Deus encarregou-a de ser o refúgio dos pecadores.

É lícito de um pecador desesperar de sua salvação quando a própria Mãe do Juiz se lhe oferece por Mãe e advogada? Pergunta o Abade Adão de Perseigne.

E continua: Vós, ó Maria, que sois Mãe de Misericórdia, recusaríeis interceder junto ao vosso Filho que é Juiz, por um filho vosso que é pecador? Em favor de uma alma recusaríeis falar ao Redentor, que morreu na Cruz para salvar os pecadores?

Não; não podeis fazê-lo; pelo contrário, de coração vos empenhais por todos os que vos invocam.

Pois sabeis perfeitamente que aquele Senhor, que constituiu vosso Filho medianeiro de paz entre Deus e o homem, também vos constituiu a vós medianeira entre o juiz e o réu.

Agradece, portanto, ao Senhor que te deu uma tão grande medianeira, exorta São Bernardo.

Por manchado de crimes, por envelhecido que sejas na iniquidade, não percas a confiança, ó pecador.

Dá graças ao Senhor que em sua nímia misericórdia não só te deu o Filho por advogado, senão também para aumento de tua confiança te concedeu essa grande medianeira, cujos rogos tudo alcançam. Recorre, pois, a Maria e serás salvo.

Vejamos este pequeno relato extraído do Livro - As Glórias de Maria, de Santo Afonso Maria de Ligório:

Como narram os Anais da Companhia de Jesus, viva em Bragança de Portugal um moço que era associado da Congregação Mariana.

Infelizmente, deixou a Congregação e levou uma vida muito perdida. Chegou ao ponto de um dia resolver-se a dar cabo da vida, atirando-se a um rio.

Mas, antes de executar seu tenebroso plano, lembrou-se em boa hora de recomendar-se a Nossa Senhora. Disse-lhe: Outrora eu era mariano e levava uma vida piedosa. Ó Maria, ajudai-me também agora.

Pareceu-lhe então ver Nossa Senhora e ouvir as palavras: Que vais fazer? Queres perder ao mesmo tempo a alma e o corpo? Vai, confessa-te e volta à Congregação mariana.

O moço caiu em si. Agradeceu à Santíssima Virgem a graça recebida e mudou de vida.

fonte: Associação do Sagrado Coração de Jesus

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A sagrada comunhão, sua importância, majestade e sacralidade

Livro com 61 páginas que trata das reflexões do Bispo Athanasius Schneider do Cazaquistão sobre a Sagrada Comunhão. Também disponível na aba Videos uma entrevista com ele esclarecendo a respeito do tema.

Dominus Est (clique aqui para ler o livro)








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A salvação está dentro da Igreja



Santo Agostinho nos ensina:

“Fora da Igreja é possível tudo, exceto a salvação. É possível ter honras, é possível ter sacramentos, é possível cantar aleluias, é possível responder amém, é possível possuir o Evangelho, é possível ter fé no nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, é possível pregar; mas em nenhum lugar senão na Igreja Católica, é possível encontrar a salvação”.

Vejamos o que nos diz as sagradas escrituras:



A SALVAÇÃO ESTÁ DENTRO DA IGREJA
Conforme os ensinamentos contidos nas sagradas escrituras abaixo nos fica bem claro que fora da igreja não existe salvação:

1)- Evangelho de São João, 17,21-23

Jesus, que é o caminho, verdade e a vida, esclarece que a unidade de seu povo e a perfeita comunhão com Ele e o Criador nos é necessária para atingirmos a perfeição que é a santidade que nos trará a felicidade e a glória eterna, sendo unidade com Eles:

21 Para que todos sejam um, assim como tu, Pai, estás em mim e eu em ti, para que também eles estejam em nós e o mundo creia que tu me enviaste. 22 Dei-lhes a glória que me deste, para que sejam um, como nós somos um: 23 eu neles e tu em mim, para que sejam perfeitos na unidade e o mundo reconheça que me enviaste e os amaste, como amaste a mim.

2)- Atos dos Apóstolos, 2,47

Nos primeiros passos da igreja católica o livro nos confirma que a cada dia o Criador promovia a unidade de seu rebanho em “sua” igreja:

47 ... E o Senhor cada dia lhes ajuntava outros que estavam a caminho da salvação.

3)- Primeira Carta de Pedro, 1,1-2

Aqui São Pedro escreve ao povo eleito exortando-os a obedecer o criador e fundador da igreja Nosso Senhor Jesus Cristo, como membro desta a sua santificação pela ação do Espírito Santo, povo eleito resgatado na cruz da paixão:

1 Pedro, apóstolo de Jesus Cristo, aos eleitos que são estrangeiros e estão espalhados no Ponto, Galácia, Capadócia, Ásia e Bitínia 2 - eleitos segundo a presciência de Deus Pai, e santificados pelo Espírito, para obedecer a Jesus Cristo e receber a sua parte da aspersão do seu sangue.

4)- Carta aos Efésios, 4,4-5

Nesta passagem retoma-se a verdade divina de que nossa salvação e vocação a santidade passa pela igreja (corpo de Cristo), como membros santificados em um só Espírito Santo, tendo sempre a esperança não no futuro, mas na vida eterna. Como diz Santa Terezinha do Menino Jesus, “só temos o dia de hoje para amar a Deus”, professando uma só fé em Jesus Cristo, membros da igreja e filhos de Deus através do batismo:

4 Sede um só corpo e um só espírito, assim como fostes chamados pela vossa vocação a uma só esperança. 5 Há um só Senhor, uma só fé, um só batismo.

5)- Carta aos Efésios, 5,25

De forma muito clara aqui em Efésios temos a confirmação de que Nosso Senhor Jesus Cristo se entregou na cruz por amor a “sua” igreja:

25 Maridos, amai as vossas mulheres, como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela,

6)- Evangelho de São Mateus, 26,28

Como bem nos ensina o evangelho, Jesus derramou o sangue por muitos e não por todos, pois nem todos creram nele:

28 porque isto é meu sangue, o sangue da Nova Aliança, derramado por muitos homens em remissão dos pecados.

7)- Carta aos Efésios, 2,20-22

A igreja instituída, constituída por Jesus Cristo em Pedro Apóstolo recebe a todos por obra do Espírito Santo:

20 edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, tendo por pedra angular o próprio Cristo Jesus. 21 É nele que todo edifício, harmonicamente disposto, se levanta até formar um templo santo no Senhor. 22 É nele que também vós outros entrais conjuntamente, pelo Espírito, na estrutura do edifício que se torna a habitação de Deus.

8)- Primeira Carta aos Coríntios, 12,28

Aqui encontramos o relato de que a vontade divina quis constituir os alicerces de “sua” igreja” inicialmente nos Apóstolos:

28 Na Igreja, Deus constituiu primeiramente os apóstolos, em segundo lugar os profetas, em terceiro lugar os doutores, depois os que têm o dom dos milagres, o dom de curar, de socorrer, de governar, de falar diversas línguas.

9)- Evangelho de São Mateus, 21,43

Nesta passagem Jesus profetiza que a sabedoria divina irá colocar o ministério da salvação ao povo romano, tirando-o do povo judeu, que não quis a salvação de todos pois eles queriam apenas a sua salvação chegando a rejeitar que Cristo era o messias. Mais adiante, na carta aos romanos a compreensão dessa profecia de Jesus ficará mais clara ainda, nos mostrando com isso que não se deve retirar do contexto as frases das sagradas escrituras:

43 Por isso vos digo: ser-vos-á tirado o Reino de Deus, e será dado a um povo que produzirá os frutos dele.

10)- Carta aos Romanos, 11,17

Existe uma passagem que Jesus afirma que eu sou a videira, vós sois os ramos, em outra Ele diz que sem mim nada podeis fazer. Aqui Jesus esclarece que o povo romano (oliveira selvagem), recebeu a missão da salvação (enxertada em seu lugar) no lugar do povo judeu, adquirindo agora do próprio Deus a tarefa (recebe seiva da raiz da oliveira):

17 Se alguns dos ramos foram cortados, e se tu, oliveira selvagem, foste enxertada em seu lugar e agora recebes seiva da raiz da oliveira,

11)- Carta aos Romanos, 1,8

Aqui lemos a confirmação de que o povo romano tem a missão de difundir a fé católica por todos os lugares:

8 Primeiramente, dou graças a meu Deus, por meio de Jesus Cristo, por todos vós, porque em todo o mundo é preconizada a vossa fé.

12)- Primeira Carta aos Tessalonicenses, 2,15-16

Outra vez temos aqui a confirmação de que o povo judeu não queria a salvação de todos, mas sim, em atitude egoísta, apenas a sua salvação, tendo por isso Deu Pai retirado o ministério e confiado ao povo romano:

15 aqueles judeus que mataram o Senhor Jesus, que nos perseguiram, que não são do agrado de Deus, que são inimigos de todos os homens, 16 visto que nos proíbem pregar aos gentios para que se salvem. E com isto vão enchendo sempre mais a medida dos seus pecados. Mas a ira de Deus acabou por atingi-los.

13)- Carta aos Romanos, 1,5-6

Neste trecho São Paulo nos recorda que recebemos de Jesus Cristo a condição de ir pelo mundo e pregar o evangelho a toda as pessoas, fazendo isso como membros da igreja, em nome de Jesus, cabeça:

5 e do qual temos recebido a graça e o apostolado, a fim de levar, em seu nome, todas as nações pagãs à obediência da fé, 6 entre as quais também vós sois os eleitos de Jesus Cristo,

14)- Carta aos Filipenses, 2,2

Nessa exortação São Paulo nos convida e permanecermos unidos em Cristo comungando a unidade salvífica, no amor em espírito único e seguindo somente aquele que é o caminho a verdade e a vida:

1 Se me é possível, pois, alguma consolação em Cristo, algum caridoso estímulo, alguma comunhão no Espírito, alguma ternura e compaixão, 2 completai a minha alegria, permanecendo unidos. Tende um mesmo amor, uma só alma e os mesmos pensamentos.

15)- Segunda Carta de São João, 9-11

De forma muito simples esta passagem das escrituras nos adverte a permanecermos dentro da igreja de Cristo, onde encontramos a graça de seus ensinamentos ministrados pelo Espírito Santo através da sã ortodoxia doutrinal católica.Como nos ensina Jesus que ou se está com Ele ou contra Ele. E como bem sabemos Jesus não pode se contradizer, Ele que é a verdade, não é nem jamais será “adúltero”. Ele, o noivo, como nos ensina nas bodas de Caná, fundou a “sua” igreja, a noiva, não tendo portanto outras igrejas.
Lembremos desta passagem em Mateus capítulo 16, versículo 18: E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela:

9 Todo aquele que caminha sem rumo e não permanece na doutrina de Cristo, não tem Deus. Quem permanece na doutrina, este possui o Pai e o Filho. 10 Se alguém vier a vós sem trazer esta doutrina, não o recebais em vossa casa, nem o saudeis. 11 Porque quem o saúda toma parte em suas obras más.

Eis portanto a confirmação nas sagradas escrituras de que a salvação nos vem através da igreja católica apostólica romana.

Lembremos também: PARA SE FUNDAR UMA RELIGIÃO É PRECISO DUAS COISAS: SER CRUCIFICADO E RESSUSCITAR NO TERCEIRO DIA. Como dizia Napoleão Bonaparte: "A primeira eu não quero e a segunda eu não posso!"

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